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    Doença


    Amazonas tem redução de doenças transmitidas por Aedes aegypti

    Os dados são do Boletim Epidemiológico de Monitoramento da Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-AM)

    Manaus - As doenças transmitidas por Aedes aegypti, como dengue, febre chikungunya e vírus zika, estão em queda no Estado. Os dados são do Boletim Epidemiológico de Monitoramento, divulgado nesta terça-feira (12), pela Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-AM), órgão vinculado à Secretaria de Estado de Saúde (Susam).

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    De janeiro a maio de 2018, houve  redução de 429% nas notificações para chikungunya. Foram 89 casos, contra 471 no mesmo período de 2017. Para zika vírus,  a redução foi de 150%. Este ano, foram notificados 220 casos, contra 549 em 2017. Em relação à dengue, houve queda de 106%. Foram 2.688 casos registrados em 2018, contra 5.532 no ano passado.

    O secretário estadual de Saúde, Francisco Deodato, diz que os resultados são bons, apontam o êxito da campanha de reforço no combate às doenças transmitidas pelo Aedes aegypti e a forte contribuição da população, mantendo-se alerta na eliminação de criadouros. Ele, entretanto, ressalta que é preciso manter essa linha de combate o ano todo, para que os índices caiam ainda mais.

    O diretor-presidente da FVS, Bernardino Albuquerque, destaca a importância da participação da população, para que o controle a essas doenças seja mantido. “É fundamental esclarecer que essas doenças acontecem durante o ano todo. A sazonalidade passou, mas é preciso continuar atento”, destacou.

    Segundo ele, os indicadores demonstram a redução no número de casos das doenças, porém, o mosquito ainda continua infestando os quintais das casas. “Neste sentido, não podemos baixar a guarda e devemos continuar com as ações de controle do mosquito, semanalmente adotando a estratégia de verificação de depósitos que sirvam de criadouros para o Aedes aegypti", alertou.

    Febre Amarela

    O Amazonas segue sem registro de febre amarela em 2018. Em 2017, foram três casos confirmados, dois em Autazes e um no Careiro. A cobertura vacinal de febre amarela no Amazonas foi de 100%, em 2017.

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