Fonte: OpenWeather

    Administração


    Ministério do Meio Ambiente vai criar Secretaria da Amazônia

    A criação da Secretaria da Amazônia "é um esforço para materializar a presença" do ministério na região

    A ideia do governo federal é transferir parte dos funcionários do ministério para Manaus, além da contratação de pessoal local
    A ideia do governo federal é transferir parte dos funcionários do ministério para Manaus, além da contratação de pessoal local | Foto: Divulgação


    O Ministério do Meio Ambiente (MMA) anunciou a criação da Secretaria da Amazônia, com sede em Manaus, que terá atribuições em áreas como bioeconomia, combate ao desmatamento ilegal, regularização fundiária, pagamento por serviços ambientais, entre outros.

    "A Secretaria da Amazônia, com sede em Manaus, ajudará muito na viabilização das ações de fiscalização e promoção do desenvolvimento sustentável para toda a região", disse o ministro Ricardo Salles, em uma postagem no Twitter, onde ele também repercutiu uma entrevista concedida ao jornal Valor Econômico, publicada ontem (8), em que detalhou o que espera da nova secretaria. A ideia do governo federal é transferir parte dos funcionários do ministério para Manaus, além da contratação de pessoal local. Ainda não há um prazo para abertura dessa secretaria na capital do Amazonas.

    Em nota, o MMA informou nesta quinta-feira (9) que a criação da Secretaria da Amazônia "é um esforço para materializar a presença" do ministério na região. "A ideia é implementar uma representação permanente em Manaus, no coração da Amazônia, com foco nos principais temas da pasta, como a agenda de qualidade urbana, e também o Plano Nacional de Combate ao Desmatamento Ilegal, que tem cinco eixos de atuação: regularização fundiária, zoneamento econômico-ecológico, pagamento por serviços ambientais, bioeconomia e controle e fiscalização".

    A pasta também destacou a necessidade de reconhecer a floresta como uma atividade econômica, que precisa gerar desenvolvimento sustentável e inclusão. "Entendemos que, para haver preservação, é necessário que haja reconhecimento da floresta como uma atividade econômica que gere desenvolvimento sustentável e inclusão da população. Afinal, estamos falando de 20 milhões de habitantes que vivem na região mais rica em biodiversidade, mas com o pior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do país", acrescentou.