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    'Um dia da caça, outro do caçador'


    Caçador é morto e devorado por leões na África do Sul

    Os leões são caçados principalmente pelas suas cabeças, usadas como troféus

    Os leões são caçados principalmente pelas suas cabeças, usadas como troféus | Foto: Divulgação

    Um caçador, provavelmente ilegal, foi morto e devorado por um bando de leões. O fato aconteceu dentro da reserva privada de Hoedspruit, no noroeste da África do Sul.

    A vítima ainda não foi identificada. Apenas a cabeça e alguns pedaços de carne foram encontrados no local, no último sábado (10). Perto dos restos mortais foi encontrado um rifle de caça. A reserva Hoedspruit fica próxima ao Parque Nacional de Kruger, a maior área protegida do país.

    Os leões são caçados principalmente pelas suas cabeças, usadas como troféus. Em 2017 foram encontradas várias carcaças decapitadas em diferentes reservas naturais da África do Sul.

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    Entretanto, o alvo principal da caça ilegal são os rinocerontes, cujos chifres são valorizados em países asiáticos. Segundo dados do governo sul-africano, mais de mil rinocerontes foram mortos ilegalmente no país no ano passado.

    Em 2013, a apresentadora de TV americana, Melissa Bachman, causou polêmica ao postar uma foto sorridente ao lado de um leão morto por ela durante uma caçada na África do Sul.

    Apesar da caça de leões ser permitida na África do Sul, a foto despertou a ira de milhares de internautas em todo o mundo.

    O caçador era, provavelmente, ilegal
    O caçador era, provavelmente, ilegal | Foto: Divulgação

    Porém em outros países, há leis que proíbem a caça de determinadas espécies, principalmente a das ameaçadas de extinção, e limitam a quantidade de animais que podem ser abatidos. 

    Além disso, há legislações específicas para a época do ano em que a caçada é realizada, para minimizar o impacto dos abates no período de reprodução dos animais selvagens. Há ainda leis que determinam os locais onde é permitido caçar e os tipos de armas que podem ser utilizadas.

    Segundo a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO), legislações ambientais de todo o mundo se tornaram mais rígidas e efetivas nos últimos anos. No entanto, ainda há problemas, como a falta de fiscalização e as brechas na lei que precisam ser resolvidos.

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