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    Cerca de 150 ativistas participam da Marcha da Maconha em Manaus

    Ativistas empunhavam cartazes com dizeres alusivos a legalização da erva. - foto: Cecília Siqueira
    Ativistas empunhavam cartazes com dizeres alusivos a legalização da erva. - foto: Cecília Siqueira

    Cerca de 150 pessoas participaram na tarde deste sábado (30) da Marcha da Maconha. Os ativistas, que portavam cartazes com dizeres alusivos à legalização da erva, se concentraram no largo de São Sebastião e seguiram com o apoio de um trio elétrico para a avenida Eduardo Ribeiro, no Centro da capital amazonense.

    Na concentração, os participantes tiveram uma oficina para a confecção de cartazes. Panfletos e revistas informativas também foram distribuídos a quem passava pelo local e para os manifestantes. O ato não contou com policiamento.

    Segundo uma das organizadoras do evento, Cris Maciel, a intenção da manifestação é pedir ao poder público pela descriminalização e regulamentação da cannabis sativa.

    “Vamos sair com o trio e ainda teremos a apresentação de bandas. O pessoal vai decidir o trajeto a ser percorrido. Esperamos um movimento bem pacífico”, disse Maciel.

    O autônomo Magno Gonçalves Araújo, 29, contou que fazia parte do movimento de luta pela legalização da erva na cidade de Viçosa, em Minas Gerais, e esperava que o ato pudesse reunir mais pessoas.

    “Esperava mais aderência, mas estou feliz por ver essas pessoas aqui interagindo e lutando por isso. Eu achei que o evento está bem organizado”, afirmou Araújo.

    Já o aposentado Manuel Farias, 66, que passava pelo largo, acredita que os manifestantes poderiam atuar em outras causas. “Esses jovens poderiam fazer marcha contra outras coisas, como a corrupção que está tomando conta do Brasil e não pela descriminalização de uma droga, entretanto nós vivemos em um país livre e eles têm esse direito”, falou o aposentado.

    Por equipe EM TEMPO Online