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    Jovem é executado por traficante na Zona Norte por débito de R$400

    Marcos foi morto porque devia R$ 400 ao traficante e estava sendo ameaçado pelo suspeito há algumas semanas - foto: divulgação
    Marcos foi morto porque devia R$ 400 ao traficante e estava sendo ameaçado pelo suspeito há algumas semanas - foto: divulgação

    Após ser chamado por dois amigos para ir a um campo de futebol, o desempregado Marcos Adriano dos Santos Soares, 21, foi executado com um tiro na cabeça por um traficante conhecido como “Cabeça”.

    O crime ocorreu por volta das 20h da última terça-feira (8), na rua Rio Amazonas, bairro Novo Aleixo, Zona Norte. A vítima ainda foi levada  ao pronto-socorro João Lúcio, Zona Leste, mas morreu minutos depois. Marcos foi morto porque devia R$ 400 ao traficante e estava sendo ameaçado pelo suspeito há algumas semanas, conforme a Polícia Civil.

    Segundo a tia do rapaz, a cozinheira Carla dos Santos, 34, Adriano estava em casa dormindo quando dois amigos chegaram andando e chamaram Marcos para ir a um campo de futebol. Ao sair de casa, o traficante o abordou e atirou na cabeça do desempregado.

    "Só levou um minuto até ele sair de casa e quando  chegou à esquina, o criminoso já foi apontando a arma para o meu sobrinho e atirou mais de três vezes, mas somente um tiro atingiu a cabeça dele”, relatou. Após o crime, o suspeito fugiu correndo e, logo em seguida, entrou em um veículo vermelho não identificado.

    Amigos da vítima afirmaram que “Cabeça” é um traficante conhecido no bairro e que o suspeito mora no bairro São José 2, Zona Leste.

    A companheira de Marcos, uma dona de casa de 20 anos, afirmou que o marido não sabe se o marido recebia algum tipo de ameaça, e negou que a vítima devia algum dinheiro para traficante. “Ele não estava devendo e nem sendo ameaçado. Nós estamos sem saber porquê esse traficante matou meu companheiro”, disse.

    De acordo com a Delegacia Especializada de Homicídios e Sequestros (DEHS), Marcos era usuário de drogas e também comercializava entorpecentes. A polícia trabalha com a hipótese de acerto de contas oriundo do tráfico de drogas, mas até o fechamento desta edição, os suspeitos não foram identificados.

    Por Ana Sena