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    Dia A Dia


    Assaltantes tentam arrombar caixa eletrônico do Bradesco, no Centro

    A dupla fugiu do local ao avistar uma viatura da 24ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom) - fotos: divulgação
    A dupla fugiu do local ao avistar uma viatura da 24ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom) - fotos: divulgação

    Dois homens até o momento não identificados pela polícia tentaram arrombar, na noite dessa terça-feira (14), um caixa eletrônico do Bradesco, localizado na Galeria dos Remédios, no Centro da cidade. A ação foi frustrada e os assaltantes fugiram sem levar nada.

    De acordo com a polícia, os homens chegaram a pé e rederam os guardas municipais que faziam a segurança no local.  Um deles mandou um dos seguranças tirar a farda e em seguida vestiu a roupa, para não levantar suspeitas.

    A dupla fugiu do local ao avistar uma viatura da 24ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom), que fazia patrulhamento pela área do Centro. Durante a fuga, os homens deixaram para trás os materiais que estavam utilizando no arrombamento do caixa.

    material

    Segundo o administrador da galeria, Marcos Maia, o local não possui câmeras de seguranças, porém já a licitação para isso já está sendo providenciada.

    O caso foi registrado no 1º Distrito Integrado de Polícia (DIP).

    Guarda Municipal

    A Associação da Guarda Municipal de Manaus (AGMM-AM) disse em entrevista ao EM TEMPO, ainda nesta quarta-feira (15),  que a onda de assaltos à caixas eletrônicos na capital, principalmente em prédios pertencentes à prefeitura ou ao patrimônio histórico, é frequente.

    “Essa situação vem acontecendo desde o ano passado. Este é o segundo assalto a um caixa eletrônico da prefeitura desde 2014. Já tivemos também um assalto no Centro de Convivência do Idoso”, afirmou o vice-presidente da AGMM-AM, Antônio Sena.

    De acordo com Sena, a categoria - formada por 512 guardas-municipais, sendo 283 associados - reclama da falta de armamento. Segundo eles,  os guardas estão atuando apenas com coletes, distribuídos recentemente, e com cassetetes.

    “ Ou retiram os bancos da área em que atuamos ou permitam  que possamos  usar armas de fogo. A situação não pode continuar assim. A falta de equipamento  nos deixa vulneráveis”, disse.

    Ainda de acordo com o vice-presidente do AGMM-AM, uma  reunião com a gestão da Casa Civil da prefeitura foi solicitada pela categoria para discutir assunto.

    Por Mara Magalhães