Fonte: OpenWeather

    Dia A Dia


    Sindicato continua greve e paralisa quatro empresas do transporte coletivo

    A empresa Açaí foi a que ficou mais tempo paralisada e só voltou a operar a partir das 7h - foto: Daniel Landazuri

    O presidente do sindicato, Givanci Oliveira, liderou a ação. De acordo com o sindicalista, as paralisações nas primeiras horas da manhã vão continuar enquanto o Sindicato das Empresas de Transporte do Amazonas (Sinetram), não aceitar conversar com os rodoviários sobre o dissídio da categoria.

    A paralisação prejudicou aproximadamente 20 mil pessoas nas Zonas Oeste, Centro-Oeste e sul. As quatro empresas não operaram das 4h às 6h da manhã, quando os carros começaram a sair das garagens, com exceção da Açaí, onde a paralisação durou uma hora a mais.

    De acordo com Givanci Oliveira, um funcionário da Acaí que trabalha armado e causa constrangimento aos demais profissionais foi o motivo do tempo estendido de paralisação.

    "Ele é encarregado da empresa, ele ameaça os rodoviários com assédio moral, constrangimento, abuso de autoridade. E os companheiros só querem voltar depois da demissão dele", afirmou o sindicalista, que ressaltou que se até o dia 15 de janeiro não houver diálogo com o Sinetram, o sistema vai parar 100%.

    O Sinetram informou que vai comunicar a justiça sobre o descumprimento de uma liminar que foi expedida pela desembargadora do trabalho Eleonora Saunier Gonçalves, que impedia que os rodoviários aderissem a movimentos paredistas a partir da última quinta-feira (6). Ressalvado, claro, o direito de greve dentro dos parâmetros legais, respeitando o operacional mínimo de 70%.

    O descumprimento da decisão judicial pode acarretar multa de até R$ 50 mil por dia de paralisação.

    https://www.youtube.com/watch?v=cnN9Rm5jjpE

    Daniel Landazuri
    Portal EM TEMPO