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    Policiais são presos suspeitos de arrombar caixas eletrônicos

    Os policiais devem ser apresentados à imprensa ainda na tarde desta quinta-feira (26) - EM TEMPO

    O soldado da Polícia Militar Antônio Adalberto Coutinho Perreira, 38, da 13ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom), e o seu irmão, o policial civil Antônio Coutinho Ferreira, 35, foram presos suspeitos de arrombar caixas eletrônicos em Iranduba. As informações da polícia são de que a dupla planejava também um assalto à banco no município. Outros quatro homens, Raimundo de Melo Sampaio, 39, Leandro Oliveira de Queiroz, 33, Francisco Euder Pereira Frutuoso, 36, e Airton de Alencar Oliveira, 36, também foram presos.

    A quadrilha foi presa em flagrante por furto tentado, associação criminosa armada e porte ilegal de arma de fogo.  Os quatro foram levados à Delegacia de Roubos, Furtos e Defraudações (DERFD), no bairro Alvorada, Zona Centro-Oeste.

    Nesta tarde, às 14h, durante coletiva de imprensa, o delegado Adriano Felix, titular da especializada, informou que a quadrilha chefiada pelos policiais observava o movimentos nos postos de gasolina, que possuem o cofre, e depois rendia os funcionários. Eles utilizam um carro para bater no equipamento e depois arrancá-lo do chão.

    Três pistolas de uso restrito das polícias foram apreendidas, munições e um veículo, modelo Fiesta Hatch, de cor prata e placas NOM-6948. O grupo estava sendo investigado há dois meses e é suspeito de participação de pelo menos dois roubos. O primeiro crime ocorreu no dia 19 de dezembro do ano passado, em um posto localizado no Santa Etelvina, Zona Norte.

    A Corregedoria-Geral do Sistema de Segurança Pública do Amazonas instaurou procedimento administrativo disciplinar para apurar denúncias envolvendo os  dois policiais.

    "Nos iremos tomar os procedimentos administrativos. As peças dos inquéritos vão pra Corregedoria para que os policiais respondam administrativamente. Eles foram recolhidos para suas unidades de base, o soldado para o Batalhão da Polícia Militar e o investigador à Delegacia Geral. Eles também vão responder criminalmente. Por enquanto, as prisões são provisórias e podem se tornar preventivas", disse o delegado geral Frederico Mendes.

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    Com informações de Luís Henrique Oliveira