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    Pedreiro agride e estupra mulher desmaiada em terreno baldio

              O caso foi registrado no 11º Distrito Integrado de Polícia (DIP) - Divulgação
    O pedreiro José Adriany Pereira Mendes, 45, foi preso acusado de agredir uma mulher, de 28 anos, com pedradas na cabeça e depois estuprá-la quando já estava desmaiada. O crime ocorreu na madrugada da última quinta-feira (13), em um terreno baldio, no Coroado, Zona Leste. José foi preso pela Polícia Militar no final da tarde de quinta-feira (13) no mesmo bairro. À polícia, José Adriany disse que estava sob forte efeito de bebidas alcoólicas no momento do crime e disse não se recordar do que aconteceu. Segundo a delegada Joyce Coelho, do 11º Distrito Integrado de Polícia (DIP), a mulher e o pedreiro consumiam bebidas alcoólicas com amigos no terreno baldio Durante a madrugada, quando a vítima parou de beber e disse que iria embora, José Adriany embriagado puxou a mulher pelo braço e impediu que ela saísse do local. "A vítima disse em depoimento que o acusado então pegou uma pedra e bateu na cabeça dela duas vezes, causando um corte profundo. Com a agressão, a vítima desmaiou e foi encontrada pela manhã por uma vizinha sangrando e sem as roupas íntimas. A mulher conta que não se lembra se foi estuprada ou não, por conta disso solicitamos um exame de conjunção carnal", informou. Leia também: Jovem morre em hospital após ser baleado na cabeça com tiro de escopeta A vítima levou aproximadamente 40 pontos na cabeça. A delegada disse ainda que, após o registro do crime, os policiais começaram a procurar pelo pedreiro, que foi flagrado por imagens das câmeras de segurança fugindo do local do crime e pulando o muro. O pedreiro foi preso pela 11ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom) em via pública e disse não se lembrar de ter estuprado a mulher.
    "Ele disse que eles se conheciam há uma semana, pois a vítima mora próximo a uma distribuidora onde o acusado estava fazendo uma construção".
    O pedreiro foi indiciado por estupro e lesão corporal. Ele será levado ao Centro de Detenção Provisório Masculino (CDPM). Ana Sena EM TEMPO