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    Turismo no AM


    Manaus é apontada como líder da ocupação hoteleira no Brasil

    Manaus tem se destacado na ocupação hoteleira urbana

     

    O estudo da consultoria projeta para Manaus uma receita bruta com hospedagem de R$ 36.122.586,00 de janeiro a setembro deste ano
    O estudo da consultoria projeta para Manaus uma receita bruta com hospedagem de R$ 36.122.586,00 de janeiro a setembro deste ano | Foto: Janailton Falcão/Amazonastur

    Manaus - Segundo o Boletim Informativo do Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (InFOHB), a capital amazonense obteve, nos meses de julho, agosto e outubro, o melhor desempenho em taxa de ocupação hoteleira entre as 15 capitais auditadas pela instituição, ou seja, Manaus tem se destacado na ocupação hoteleira urbana.

    Segundo informações da assessoria ao Portal Em Tempo, em setembro, Manaus figurou em segundo lugar com um índice de 41,77%, superada em décimos pela capital do Espírito Santo, Vitória, que atingiu a marca de 41,95%.

    Para a presidente da Empresa Estadual de Turismo do Amazonas (Amazonastur), Roselene Medeiros, o indicador confirma o estado como destino seguro nesse período de recuperação do setor.

    “Mesmo com as dificuldades que ainda existem, o turismo do Amazonas se recupera. A prova disso é nossa ocupação hoteleira. Estamos atuando para promover o estado como um destino de pouca aglomeração porque, de fato, somos um local seguro para quem quer viver essa experiência que é a floresta, a pesca esportiva e tantos outros atrativos que oferecemos. Somos um local ideal para ser visitado nessa época de desaceleração dos efeitos da pandemia”, destaca Roselene.

    Ao avaliar o mercado de meios de hospedagem, o Fórum não leva em conta toda a capacidade instalada, mas apenas os hotéis ligados a uma rede nacional ou internacional. Em Manaus, são considerados 10 estabelecimentos, que representam 1.628 unidades habitacionais (aproximadamente 3.300 leitos).

    O estudo da consultoria projeta para Manaus uma receita bruta com hospedagem de R$ 36.122.586,00 de janeiro a setembro deste ano; as perdas foram na ordem de R$ 33 milhões em relação ao mesmo período de 2019, segundo o documento.

    No intervalo de janeiro a setembro de 2020, em comparação a semelhante período do ano passado, a CoHotel afirma que a redução de quartos ocupados foi de 46%, com 45% de perda no RevPAR – “revenue per available room”, em português “receita por quarto disponível”.

    *Com informações da assessoria

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