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    Economia


    Em Manaus, força-tarefa de defesa do consumidor realizará audiência pública para discutir tarifa de ônibus

    Não foram apresentados durante a reunião qual o montante desses custos e quais impactos teriam na definição da tarifa  - foto: Diego Janatã
    Não foram apresentados durante a reunião qual o montante desses custos e quais impactos teriam na definição da tarifa - foto: Diego Janatã

    Representantes da Defensoria Pública do Estado (DPE-AM), Ministério Público do Estado (MPE), Procon do Estado e do Município e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-AM), que formam força-tarefa em defesa dos direitos do consumidor, promoverão audiência pública para discutir reajuste da tarifa de ônibus do transporte público de Manaus. A decisão foi tomada após reunião nesta sexta-feira, 24 de junho, com representantes das empresas de transporte e da Prefeitura de Manaus.

    A reunião da força-tarefa ocorreu na sede do Procon Amazonas, no Aleixo, zona centro-sul de Manaus, e contou também com a presença de representantes do Conselho Regional de Economia (Corecon). No encontro, ficou decidido que a audiência pública deve ocorrer no prazo de uma semana, logo após análise das planilhas e dados dos custos da composição da tarifa de ônibus, que foram apresentados pelas empresas que prestam o serviço de transporte público.

    A análise será feita, durante toda a próxima semana, por técnicos do Corecon e MPE, será apresentada aos membros da força-tarefa e levada à audiência pública, em data e local a serem divulgados. De acordo com o defensor público titular da Defensoria Especializada de Atendimento de Interesses Coletivos, Carlos Alberto Almeida Filho, o superintendente municipal de Transportes Urbanos, Pedro Carvalho, e o procurador geral do Município, Marcos Cavalcante, também relataram que há outros custos que teriam que ser incorporados à tarifa este ano, como por exemplo em infraestrutura nos corredores de ônibus.

    Não foram apresentados durante a reunião qual o montante desses custos e quais impactos teriam na definição da tarifa. Pedro Carvalho defendeu, na ocasião, que fosse estudadas formas de não transferir o custo para os usuários do transporte, entre as quais a definição de novos subsídios.

    Segundo Carlos Alberto, qualquer nova medida da força-tarefa de defesa do consumidor sobre a questão do reajuste da tarifa de ônibus do transporte público em Manaus só será definida após a audiência pública.

    Com informações da assessoria

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