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    Economia


    Reunião entre Fenaban e bancários é suspensa e greve continua  por tempo indeterminado

    Os bancários pedem reajuste de 14,78% [sendo 5% de aumento real e mais a correção da inflação], 14º salário, participação nos lucros e resultados (PLR) de R$ 8.297,61, entre outros - foto: Márcio Melo
    Os bancários pedem reajuste de 14,78% [sendo 5% de aumento real e mais a correção da inflação], 14º salário, participação nos lucros e resultados (PLR) de R$ 8.297,61, entre outros - foto: Márcio Melo

    A greve dos bancários continua por tempo indeterminado, segundo informou representantes da categoria no Amazonas.  A rodada de negociações entre a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) e o Comando Nacional de Greve dos bancários foi suspensa e remarcada para a próxima quinta-feira (15).  

    De acordo com o presidente do Sindicado dos Bancários do Amazonas (Seeb-AM), Nindberg Barbosa, a Fenaban não apresentou nenhuma nova proposta. “Uma nova reunião ficou marcada para a próxima quinta-feira, às 16h, em São Paulo. Enquanto isso, a greve continua forte por tempo indeterminado. Hoje, não foi apresentada nenhuma nova contraproposta”, informou.

    Na última sexta-feira (9), a Fenaban, em uma rodada de negociações propôs aumento de 7% nos salários e benefícios, além de um abono de R$ 3,3 mil, que será pago 10 dias após a assinatura do acordo. A proposta da Fenaban não correspondeu aos anseios da categoria, que manteve a greve.

    Os bancários pedem reajuste de 14,78% [sendo 5% de aumento real e mais a correção da inflação], 14º salário, participação nos lucros e resultados (PLR) de R$ 8.297,61, entre outros.

    Adesão à greve

    Segundo o diretor social do sindicato dos bancários, Rômulo Leite, mais agências estão aderindo ao movimento. Em Manaus, 86 agências de um total de 94, o equivalente a quase 91,5% , já fecharam as portas.

    No interior do Estado, são 35 agências fechadas de um total de 98, o equivalente a 36%, sendo 100% da Caixa Econômica Federal, 80% do Banco do Brasil e 100% do Banco da Amazônia.  Ao todo, 2,6 mil funcionários estão de braços cruzados dos 3,6 mil bancários do Amazonas.

    O Bradesco da Boulevar Álvaro Maia, que é o principal da cidade, também aderiu à greve na última segunda-feira (12). Ao todo, 50% das agências do Bradesco, que está presente em todos os municípios do Estado, fecharam as portas e duas no interior.

    Leite também informou que se caso, na próxima quinta-feira, a Fenaban não apresente uma proposta convincente para a categoria outras agências devem fechar as portas.

    Por Kattiúcia Silveira

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