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    Vôlei


    Reforma: Sesi aposta em campeão olímpico e nova geração de atletas

    Campeão olímpico Marcelo Negrão será técnico do Sesi e do sobrinho Eric Endres, filho do líbero Murilo

    Sesi começa reformulação após seis componentes do time não renovarem
    Sesi começa reformulação após seis componentes do time não renovarem | Foto: Divulgação/ Sesi

    Presença constante nas finais dos torneios de vôlei no Brasil e até mesmo na América do Sul desde 2009, quando foi criada, a equipe masculina do Sesi parte para uma temporada no mínimo diferente.

    William, Éder, Lucas Loh, Alan e Sidão, além do técnico Rubinho. Esses são apenas alguns dos nomes de peso que não tiveram os contratos renovados e deixaram a equipe. Assim, o Sesi deu a largada para a temporada 2020/2021 nessa semana com um plantel recheado de caras novas, com muitos atletas ainda juvenis.

    Treinador Marcelo Negrão é uma das apostas da reformulação do Sesi
    Treinador Marcelo Negrão é uma das apostas da reformulação do Sesi | Foto: Divulgação/ Sesi

    A principal referência dentro da quadra vai ser o campeão mundial e medalhista olímpico Murilo Endres, que aceitou uma redução salarial para permanecer na equipe. Permanecendo no time, ele terá também a oportunidade de passar por uma experiência diferente. Vai jogar junto com o sobrinho, Eric Endres, de 20 anos. O garoto é filho do campeão olímpico Gustavo Endres.

    “É fantástico tê-lo aqui. Está acontecendo algo parecido com aquilo que eu passei. Quando eu comecei lá no Banespa, o meu irmão Gustavo já estava lá. Entrei na base e cheguei na equipe principal. Dividi a quadra com ele muitas vezes. É bem o que está rolando agora comigo e com o Eric. Na última temporada, ele não conseguiu entrar em um jogo, mas nessa temporada isso vai acontecer e será especial demais” comentou 

    No comando da jovem equipe do Sesi, também estará um estreante com técnico de times adultos, mas com muita história dentro das quadras. Marcelo Negrão, campeão olímpico nos Jogos de Barcelona, em 1992, e ex-técnico do time sub-19 do Sesi, vai encarar o primeiro desafio na Superliga.

    “Sempre tive a consciência de que precisava conhecer mais do meu próprio esporte. Não é porque eu fui da seleção, campeão olímpico, que eu sei tudo. Por isso optei por começar justamente no mirim. Foi uma coisa minha. Implantando o meu método de treinos, e lembrando também das coisas que eu aprendi com Zé Roberto, Bebeto de Freitas, Bernardinho e muitos outros. Achei que era a atitude mais correta”, salientou