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    Esportes


    ‘Festival Transforma’ leva esportes paralímpicos para a Mini Vila Olímpica do Coroado

    O evento contou com 1 mil participantes - foto: divulgação
    O evento contou com 1 mil participantes - foto: divulgação

    Na manhã desta quarta-feira (13), foram promovidas práticas esportivas e integração social na Mini Vila Olímpica do Coroado, na Zona Leste da capital, durante a realização da 8 ª e última edição do Festival Transforma, que apresentou apenas modalidades paralímpicas. Com aproximadamente 1 mil participantes, o evento contou com o apoio da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), Secretaria Municipal de Esporte Juventude e Lazer (Semjel) e Magistral.

    Para o coordenador do programa Wendell Marques, a iniciativa idealizada pelo Comitê Rio 2016 - e que visa a iniciação esportiva em escolas e comunidades - teve como objetivo integrar a sociedade às modalidades poucas conhecidas, principalmente as paralímpicas.

    “O pensamento é fazer com que a inclusão social aconteça através do esporte. Essa é a intenção. Até agora já foram mais de 10 mil participantes (nas edições dos Festivais Transforma). Então, se a missão era propagar o esporte, acredito que estamos conseguindo atingir nosso objetivo”, informou o coordenador do projeto, que desta vez apresentou 15 modalidades paralímpicas, como basquetal de cadeira de rodas, vôlei sentado e natação, e contou com a participação de mais de 500 pessoas com deficiências.

    Presente durante a abertura do evento, o secretario municipal de Esporte, Juventude e Lazer Luis Neto, responsável por administrar a Mini Vila Olímpica, deixou as portas do espaço abertas para futuros eventos deste naipe. “O Festival Transforma potencializa o esporte e a pratica esportiva, principalmente por fazer com que as crianças conheçam esportes novos para elas. Então, informo que para esse tipo de evento, a Semjel está de portas abertas para outras grandes parcerias”, informou.

    Transforma
    Desta vez, além de contar com a presença da Escola Estadual José Cláudio de Souza (GM3) e da Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae Manaus), também participaram crianças e jovens do Abrigo Moacyr Alves, da Fundação Pestalozzi da Amazônia e da Escola Especial André Vidal de Araújo.

    Para Ieda Bezerra, 54, mãe de Herbert Bezerra do Nascimento, 33, com deficiência motora, que faz atividades na Escola André Vidal de Araújo, é uma alegria vê-lo participar de jogos e brincadeiras. “Ele sempre fica muito alegre por gostar de jogar”, disse ela.

    A cadeirante Ana Matos, 40, integrante do Programa de Atividades Motores para Deficientes (Proamde) da Universidade Federal do Amazonas, jogadora de basquete de cadeira de rodas, é outra que aplaude a realização do programa. “Os jogos permitem atividades coletivas, o que é muito bom para todos”, disse.

    Com informações da assessoria