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    Com entrada gratuita, kartódromo de Manaus recebe Campeonato Amazonense de Kart

    Com entrada gratuita, kartódromo de Manaus passará a receber duas provas da modalidade a cada dois meses - Divulgação

    Prepare sua luva, vista o seu capacete e se prepare que os motores vão roncar. Hoje, a partir das 16h, com a entrada gratuita, o Kartódromo da Vila Olímpica de Manaus da a largada para a 1ª e 2ª etapa do Campeonato Amazonense de Kart 2017. O certame estadual tem o apoio do governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado da Juventude, Esporte e Lazer (Sejel). O calendário de provas chega ao fim no encerra em dezembro. A Associação dos Kartistas Amazonas (AKA) é a organizadora do evento apoiado pela Secretaria de Estado da Juventude e Lazer (Sejel).

    Divididas por graduados e novados, as categorias são compostas por 12 pilotos. Ao todo, serão três equipes no certame: Branco Racing com cinco representantes, Filipe Competições com quatro carros e Bambam, representada na pista três pilotos. Para segunda etapa, está sendo criada a categoria força livre aos veteranos da modalidade.

    Serão duas rodadas por etapa em cinco provas e em cada uma delas serão duas traçadas e duas baterias de 20 voltas para completar.

    “Com rodadas dupla fica mais viável aumentar os inscritos. Pois, agora são menos dias de disputa ao longo da temporada, assim facilitando a logística”, disse o diretor de competições da AKA,
    Cícero Barbosa.

    - Barbosa explica pilotos ou proprietários de kart podem se inscriver para competir. Os procedimentos aos interessados que desejam participar das corridas é pagar a taxa de inscrição e ter o carro

    “Inicialmente o competidor da novatos custeará R$ 400 com inscrição por duas etapas”, disse o dirigente para informar em seguida que o custo maior é para adquirir o carro. “Ainda se encontra no mercado um carro usado em boas condições por R$ 1 ou 2 mil”, explica.

    Para novos corredores, é importante lembrar que a AKA exige um motor somente para disputa de corridas oficiais, o material fica com a entidade para análise e revisão até o dia da próxima etapa.

    “Para não fuçarem o motor afim de transformá-los mais potentes, é obrigatório que o competidor possua um motor para correr e outro para treinar que fica em seu próprio poder. Esta despesa chega a R$ 8 mil”, conta Barbosa.

    João Paulo Oliveira

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