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    Salários


    Vigilantes voltam a paralisar serviços em hospital por falta de pagamento

    Esta é a segunda paralisação da categoria nesta semana

    Os 28 vigilantes que trabalham no hospital alegam estarem dois meses sem receberem salários
    Os 28 vigilantes que trabalham no hospital alegam estarem dois meses sem receberem salários | Foto: Divulgação

    Pela segunda vez nesta semana, vigilantes que prestaram serviços a hospitais da rede pública do Estado paralisam os serviços por falta de pagamento. A paralisação, que iniciou às 6h desta terça-feira (14), conta com todos os 28 vigilantes que trabalham no Hospital e Pronto-Socorro Platão Araújo, localizado na avenida Autaz Mirim, bairro Jorge Teixeira, Zona Leste de Manaus.

    Os funcionários alegam estarem, pelo menos, dois meses sem receberem salários, vales transporte e alimentação, além da falta de pagamento de férias e corte do plano de saúde. O diretor do Sindicato dos Vigilantes, Isael Amorim, afirma que a área onde se localiza o hospital é extremamente perigosa e põe em risco a vida dos profissionais que trabalham fazendo a segurança do local. 

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    “Os bandidos se fingem de doente, vão até o balcão preencher ficha para dar entrada e quando adentram no hospital praticam o assalto, levam bolsas, objetos de funcionários e pacientes e, em algumas vezes, até equipamentos do hospital. Os vigilantes nunca sabem ao certo quem é bandido ou não” informa o diretor.

    Trabalhadores informam que assaltantes se fingem de doentes para praticar crimes no hospital
    Trabalhadores informam que assaltantes se fingem de doentes para praticar crimes no hospital | Foto: Divulgação

    A empresa Legítima Segurança é a responsável pelo repasse do pagamento dos trabalhadores do setor de vigilância deste e de vários outros hospitais da rede pública como, por exemplo, o Hospital e Pronto-Socorro (HPS) João Lúcio, também na Zona Leste, que também teve, nesta segunda (10), os serviços de vigilância paralisados por falta de pagamento. 

    A reportagem tentou entrar em contato com a direção da prestadora de serviços, mas, até a publicação desta matéria não obteve respostas.  O repasse de verbas destinado ao pagamento dos vigilantes é de responsabilidade da Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (Susam). A reportagem também entrou em contato com o órgão e aguarda um posicionamento. 

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