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    II Simpósio Municipal de Educação Adaptada busca novos caminhos na área

    O evento vai até esta sexta-feira (10) em tempo integral

    O simpósio é uma realização da Secretaria Municipal de Educação (Semed) | Foto: Cleomir Santos/Semed

    Com objetivo de debater, discutir e buscar uma qualificação aos profissionais que atuam na área, iniciou nesta quinta-feira (9), o 2º Simpósio Municipal de Educação Adaptada, reunido professores de Educação Física da rede pública de ensino, particular e instituições que atendem pessoas com deficiência. O evento vai até está sexta-feira (10), em tempo integral, no Auditório Zany dos Reis, na Câmara Municipal de Manaus, bairro Santo Antônio, zona Oeste da cidade. O simpósio é uma realização da Secretaria Municipal de Educação (Semed).

    Durante dois dias, os educadores que atuam com a educação adaptada participam de palestras temáticas, como do chefe da divisão de Educação Infantil (DEI) da Secretaria, Alexandre Romano, com “Psicomotricidade”; o professor de Educação Física, Cleutemberg Barros Gomes, com “Educação especial, educação inclusiva e adaptações curriculares”; e o assessor pedagógico Claudenilson Pereira Batista, com “Políticas públicas educacionais do município”, todos do Complexo Municipal de Educação Especial (CMEE) da Semed.

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    Para a responsável do evento, Shirley Amaral, coordenadora dos Jogos Adaptados André Vidal de Araújo (Jaavas) da Semed, o aprendizado maior se faz necessário, pois os alunos dessa temática precisam de um trabalho qualificado.

    “É importante que esses profissionais possam adquirir novos conhecimentos sobe a educação adaptada. Todo aprendizado que os professores de Educação Física possam saber será útil no trabalho diário com os alunos em sala de aula e dentro do ambiente escolar”, concluiu.

    Com tema “Políticas públicas educacionais do município”, o assessor pedagógico Claudenilson Pereira Batista, do CMEE da Semed, foi um dos palestrantes do encontro. Para ele, além do trabalho pedagógico é necessário saber os procedimentos legais da educação adaptada.

    “Como eu costumo dizer, o profissional não pode falar de algo que não conhece. Para você desenvolver suas atividades de acordo, em consonância que prevê a legislação é importante que o profissional se aproprie do conhecimento da mesma”, cita.

    Aston Gomes Sampaio, 50, acadêmico do 4º período de Educação Física, há dois anos realiza um trabalho voluntário, na Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), no município de Iranduba (a 27 quilômetros da cidade). Segundo ele, o evento é importante para os profissionais que atuam na área.

    “Todo conhecimento absolvido com esse simpósio é de profunda seventia para nós aplicarmos não apenas na APAE, mas nas escolas do município que ainda é carente desse tipo de conteúdo na área. Temos que absorver o máximo para passarmos tudo isso ao público que trabalhamos”, comentou.

    Há 17 anos lidando com alunos inclusos, a professora Eliana da Silva Campos Santos, com especialização em Educação Física Especial, trabalha CMEE André Vidal de Araújo da Semed.

    “Independentemente do tempo que se tenha na educação, seja especial ou não, tudo que se pode aprender é sempre bem-vindo. Nós estamos todos os dias trocando experiência e conhecimento. Um evento desse é fundamental para nós aplicarmos na escola o que vamos ter de informações. Essa troca é fundamental para que o conhecimento se renove cada vez mais”, finalizou.

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