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    Editorial: cabo de guerra prejudica a sociedade amazonense

    A sociedade manauense está no meio de um cabo de guerra sem fim entre rodoviários e empresários do sistema de transporte público

    | Foto: Divulgação

    A sociedade manauense está no meio de um cabo de guerra sem fim entre rodoviários e empresários do sistema de transporte público há aproximadamente uma semana ou até mesmo há anos. O impasse entre os dois sindicatos prejudica diretamente o cidadão que trabalha, estuda e precisa ganhar o seu pão nosso de cada na periferia ou classe média, de norte a sul, de leste a oeste da capital.

    Será que nessa situação caótica, a população de Manaus, que é a grande maioria, precisa tomar uma atitude drástica contra essas duas classes? Creio que não, já que o povo amazonense é conhecido Brasil a fora como o mais pacífico de todos. Por enquanto, o Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região (TRT-11) está distribuindo multa a botão, bloqueando contas de sindicatos, mas precisa ordenar prisões contra os “cabeças” dessa greve, para colocar ordem na casa.

    Na contramão de toda essa patifaria, o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, não tem medido esforços dia e noite para combater essa problemática com Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Manaus e com o Sinetram. Atualmente, o tucano é o único gestor do Amazonas que tem mediado uma solução para o povo que padece horas e horas esperando Alternativos, Executivos, mototáxis, dentre outros transportes que estão “ajudando” os usuários nesse momento catastrófico da capital amazonense.