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    Segurança no Amazonas


    Consultoria americana: qual a proposta para o tráfico nas fronteiras?

    Na próxima quarta, o empresário de um escritório internacional de segurança, Rudolph Giuliani, visitará Manaus para apresentar proposta para segurança do Estado

    A vinda do famoso Giuliani será para apresentar a primeira fase do programa “Inteligência e Proteção do Amazonas” ao chefe do Executivo | Foto: Ione Moreno

    Manaus - A vinda para Manaus do ex-prefeito de Nova York, Rudolph Giuliani, proprietário do escritório internacional de consultoria em segurança Giuliani Security & Safety (GSS), vai mudar alguma coisa na segurança do Amazonas? Essa é uma pergunta muito difícil, mas que iremos descobrir na próxima quarta-feira (27), no Centro Cultural Palácio Rio Negro, na avenida Sete de Setembro, no Centro, ou nunca descobriremos algo.

    Será que Giuliani vai conseguir amenizar o tráfico internacional de drogas nas fronteiras do Amazonas? Vai aumentar o contingente de policiais da Secretaria de Segurança Pública (SSP)? Vai trabalhar em conjunto com o Exército Brasileiro? Diminuirá os altos índices de roubos, furtos, latrocínios, homicídios e outros crimes que ocorrem no Estado?

    São perguntas que o cidadão amazonense quer fazer para o norte-americano, mas nunca vai ouvir a reposta, ou verá tal resposta nas ruas da cidade.

    A vinda do famoso Giuliani será para apresentar a primeira fase do programa “Inteligência e Proteção do Amazonas” ao chefe do Executivo, o ilustre governador Amazonino Mendes, que receberá um diagnóstico realizado pela equipe norte-americana durante o mês de maio, em Manaus.

    Mas fica mais uma pergunta no ar: Só a capital recebeu esses trabalhos dos americanos? E o interior do Amazonas? A tal consultoria, que vale mais de R$ 5 milhões para os cofres do Estado, só vai abranger a capital amazonense? São muitas perguntas para uma vinda estranha e enigmática.

    A visita de Giuliani também terá a presença de diversas autoridades brasileiras, governadores, bem como chefes de Estado dos países fronteiriços, como Colômbia, Bolívia, Peru, Venezuela, entre outros. Será que ele será o salvador da pátria da América do Sul?

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