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    Editorial Jornal EM TEMPO


    As vítimas de pedofilia e a inocência roubada

    O país precisa de leis mais severas para punir esse tipo de crime que destrói a infância e a inocência das crianças

    | Foto: Divulgação

    Manaus - As crianças, principalmente na primeira infância, são seres puros, livres de maldade, são seres que deveriam ser cuidados, protegidos, zelados. 

    De um outro lado surge a imagem de homem, também de mulheres, que veem na criança o erotismo, o desejo, tirando delas aquilo que, nesse ínterim, elas têm de mais precioso: sua inocência. E isso vai marcá-la para sempre.

    Essas pessoas são doentes ou pessoas sádicas que apenas querem satisfazer sua compulsão por crianças?

    Independente da idade, seja um, dois, três, quatro ou 14 anos, essas pessoas não devem fazer parte do convívio social, pois não há desculpa para uma ação tão perversa.

    O fato é que nosso país tem leis frouxas, que beneficiam exclusivamente o infrator.

    Quem pratica tal crime, quando vai para a cadeia, não demora muito e já está nas ruas para praticar o ato mais uma vez. Isso não é mera opinião, é fato, e contra fatos não há argumentos.

    Exemplo recente disso é o de um homem, portador do vírus HIV, preso diversas vezes pelo mesmo crime – pedofilia -, ainda assim estava nas ruas, rodeado de crianças e cheio de material com pornografia infantil no celular.

    A pergunta é : Por que ele estava nas ruas? Estava porque o Brasil não conta com políticos para propor leis mais severas para esse tipo de crime.

    Enquanto isso não acontece, desconfie do vizinho, da babá, do tio, do avô, do padrasto, do pai, pois o perigo pode vir de onde se menos imagina e escolhe sim hora e lugar. Aquele momento em que você não está por perto e quando você não estiver olhando.

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