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    Contexto


    Com apoios enfraquecidos, Alfredo Nascimento está numa sinuca de bico

    Próximo das eleições, o cenário político aquece no Amazonas e os políticos dão suas cartas

    Alfredo Nascimento perde apoios políticos | Foto: Malika

    Manaus - A candidatura do presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), David Almeida (PSB), ao governo do Estado, tem colocado o deputado federal e presidente regional do Partido Republicano (PR), Alfredo Nascimento, numa sinuca de bico.

    Isso porque o fiel escudeiro de longa data de Nascimento, o deputado estadual Sabá Reis (PR), hoje, é o principal cabo eleitoral de David.

    Na aba do chapéu

    O quiproquó acontece, porque Alfredo está colado na aba do chapéu de Omar Aziz (PSD), que também é postulante ao cargo de governador.

    Carne e unha

    Inclusive, Omar e Alfredo têm aparecido juntos em diversos eventos.

    Já tiveram um arranca-rabo sério no passado, mas, agora, parece que juntaram os cacos.

    E agora Alfredo?

    Logo, Nascimento terá que escolher com quem vai marchar na eleição de outubro.

    Vai de Omar ou vai de David para não perder o apoio da militância comandada por Sabá Reis?

    Bye, bye Alfredo

    Além de Sabá, o também deputado estadual Cabo Maciel já foi visto visitando cidades do interior, ao lado do presidente da Aleam.

    E a vereadora Joana D’Arc já anunciou que apoiará David Almeida.

    Cobre um santo…

    A senadora Vanessa Grazzotin (PC do B) saiu em defesa da Zona Fraca de Manaus na tribuna do senado e explicou por que Temer, mais uma vez, tenta cobrir um santo e descobrir outro.

    Alerta a parlamentar comunista que novamente é a sociedade vai pagar pela redução de R$ 0,46 do óleo diesel.

    … E descobre outro!

    Grazziotin argumenta que entre as medidas tomadas para viabilizar a redução, o presidente decidiu penalizar a população da Região Norte.

    E, com mão de ferro, retirou benefícios do setor de bebidas da Zona Franca de Manaus para ajudar a pagar a redução do preço do diesel.

    Mui amigo

    Vanessa acrescentou que toda a bancada do Amazonas no Congresso está contra essa atitude.

    — Michel Temer gosta tanto do Amazonas, que quer recolocar o nosso Estado como aquele que tem o maior número de desempregados no Brasil. Só pode ser- , disse.

    MPC tem novo chefe

    O procurador João Barroso de Souza, de 40 anos, foi o escolhido pelo governador Amazonino Mendes para ocupar o procurador-geral do Ministério Público de Contas (MPC).

    A nomeação foi publicada no Diário Oficial do Estado do dia 7 de junho.

    Entre os dez

    Barroso foi o escolhido pelo chefe do Executivo entre 10 nomes indicados pela presidente do TCE, conselheira Yara Lins.

    Entra e sai na Sefaz

    Após o pedido de exoneração do secretário executivo da Secretaria de Fazenda do Estado (Sefaz), Hélio Ferreira da Silva, o governador nomeou Alessandro Ribeiro para o cargo.

    “Amarelinha” encalhada

    As camisas da Seleção Brasileira estão boiando nas lojas de Manaus.

    Não é para menos. A amarelinha da torcida está sendo vendida a R$ 240,00. Já a chamada “oficial de jogo” pode ser adquirida pela bagatela de R$ 499,00. Um absurdo!

    Trauma do golpe

    Outro motivo para a frieza da torcida, às vésperas da Copa, é o desencanto com a política do Brasil.

    Os mais radicais prometem que vão torcer pela Seleção de seu país, mas usando uma camiseta vermelha, com a inscrição SBF – de Seleção Brasileira de Futebol na frente.

    Atrás, o número 16 e a inscrição “Foi golpe”.

    O número se refere a 2016, o ano do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.

    Braga pressiona

    O senador Eduardo Braga (MDB-AM) engrossou o coro de preocupação com o preço dos combustíveis.

    E prometeu pressionar presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), por aprovação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que visa a investigar a política de preços da Petrobras.

    Pacto Federativo

    Braga e lembrou que 45% a 50% da carga tributária sobre os derivados de petróleo têm uma parcela de imposto estadual.

    — Era importante que houvesse essa discussão dentro de um pacto federativo para que possamos repactuar com os Estados a carga tributária dos derivados de petróleo –, defendeu.