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    Piratas do rio


    Piratas saqueiam comboio de carga que vinha do Pará para o Amazonas

    O crime foi praticado por um grupo de piratas que saquearam um comboio de cargas da empresa J.F. de Oliveira que vinha do Pará para o Amazonas

    A empresa se manifestou por meio de nota afirmando que a polícia já está envolvida na investigação do caso | Foto: Reprodução

    Manaus - A Delegacia Fluvial de Belém do Pará (PA) investiga uma ação criminosa de roubo de cargas ocorrida no último dia 2 de agosto em alto rio Tapajós, em uma região conhecida como Furo do Capim, no Estreito de Breves (Ilha do Marajó). O crime foi praticado por um grupo de piratas, que saquearam um comboio de cargas da empresa J.F. de Oliveira que fazia a transferência da balsa à caminho de Manaus.

    A ação criminosa não causou vítimas, mas a empresa estima um alto prejuízo financeiro com a perda do carregamento roubado. A  pirataria nos rios vem se tornando cada vez mais comuns nos rios da Amazônia.

    A empresa se manifestou por meio de nota afirmando que a polícia já está envolvida na investigação do caso.

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    A equipe de reportagem do EM TEMPO entrou em contato com a assessoria de comunicação da empresa para obter mais informações sobre a carga extraviada e os prejuízos financeiros, mas a J.F. de Oliveira relatou que não dará mais detalhes sobre o caso, para não atrapalhar a investigação dos órgãos de segurança que cuidam do episódio.

    Na manhã deste sábado (4) um vídeo sobre o ocorrido foi divulgado nas redes sociais. Nas imagens é possível perceber os contêineres violados.

                                                                     

    Um vídeo foi divulgado na manhã de sábado (4) onde é possível ver a carga saqueada pelos piratas | Autor: reprodução

    Além do saqueamento de contêineres que carregam diversos produtos, os criminosos conhecidos como ‘piratas’ costumam atacar embarcações de carregamento de gados e óleos. A quadrilha é conhecida por praticar os crimes durante a madrugada para dificultar às investigações.

    Além da Delegacia Fluvial, participam da investigação sobre o caso a Capitania dos Portos e a Marinha do Brasil. 

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