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    Maus Caminhos


    Desembargadora estipula prazo de 72h para julgar habeas corpus de Melo

    A defesa de Melo e Edilene preferiu não dar mais informações até o pedido ser julgado

    Melo e Edilene foram presos pela PF em dezembro de 2016 | Foto: Divulgação

    Após solicitar informações sobre as prisões preventivas do ex-governador José Melo e da ex-primeira dama Edilene Oliveira, na tarde desta sexta-feira (12), a desembargadora federal da 1ª Região, em Brasília, Mônica Sifuentes, deu um prazo de 72 horas à juíza federal Jaiza Fraxe, lotada em Manaus, para o envio do material. 

    Depois do recebimento dessas informações sobre o processo, a desembargadora deve julgar o pedido de soltura, por meio de habeas corpus. O documento foi impetrado pela defesa de Melo e de Edilene. Se a magistrada atender ao pedido dos advogados, o ex-governador e ex-primeira dama devem sair da cadeia na próxima semana.

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    De acordo com o advogado do casal, José Carlos Cavalcante Jr., a desembargadora federal pediu as informações para analisar as considerações feitas pela defesa, por meio do habeas corpus. 

    "Como o caso é muito complicado, uma questão complexa, eu prefiro não detalhar sobre o que foi pedido. Prefiro deixar em sigilo até que seja julgado. Como o que nós mostramos no pedido é muito sério, a desembargadora pediu informações da Justiça do Amazonas", disse o advogado de defesa.

    Entenda o caso

    O ex-governador do Amazonas José Melo (PROS) foi preso no último dia 21 de dezembro do ano passado pela Polícia Federal durante a operação "Estado de Emergência", que foi um desdobramento da "Maus Caminhos". A prisão de Melo marca a terceira fase da operação iniciada em setembro de 2016.

    Edição: Bruna Souza

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