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    Saúde mental em foco


    Câmara Federal avalia assistência de saúde mental para servidores

    Estudos apontam aumento progressivo no número de diagnósticos de alterações no campo psíquico em todo o mundo

    O cuidado com a saúde mental consiste em uma das prioridades da atenção à saúde na atualidade | Foto: Divulgação

    Brasília- A indicação 5535/2018 que sugere seja incluída no protocolo dos exames periódicos dos servidores públicos a avaliação periódica da saúde mental, de autoria do deputado federal professor Gedeão Amorim (MDB), está em tramitação na Câmara Federal, em Brasília.

    O cuidado com a saúde mental consiste em uma das prioridades da atenção à saúde na atualidade. De acordo com o autor da proposta, estudos apontam aumento progressivo no número de diagnósticos de alterações no campo psíquico em todo o mundo, o que vem sendo também noticiado reiteradamente nos meios de comunicação.

    Gedeão Amorim, que também levanta a bandeira da educação na Casa, afirma que os professores são exemplos típicos desse fenômeno e, por isso, têm sido estudados com maior aprofundamento. 

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    “Precisamos que o Estado assuma o protagonismo em ações de prevenção, que visem tanto promover ambientes laborais saudáveis quanto a prevenir o surgimento e desenvolvimento de quadros patológicos”, aponta o parlamentar.

    Gedeão Amorim afirma que os professores são exemplos típicos desse fenômeno
    Gedeão Amorim afirma que os professores são exemplos típicos desse fenômeno | Foto: Divulgação


    Sistema

    O Governo Federal mantém há anos o Subsistema Integrado de Atenção à Saúde do Servidor - SIASS, iniciativa de extrema relevância no cuidado à saúde do servidor público. Dentre as várias ações previstas, o exame periódico oferecido possibilita acompanhamento individualizado de cada servidor, com grande potencial para o diagnóstico precoce de enfermidades.

    Segundo Gedeão, ainda não faz parte dos protocolos à realização dos exames periódicos a avaliação da saúde mental do servidor. O parlamentar entende isso como uma “omissão” que implica na perda de ocasiões para uma abordagem mais direta e particularizada da questão. 

    “Ter um diagnóstico precoce de tais distúrbios certamente implicarão na melhoria dos serviços prestados pelos servidos, bem como na economia para o sistema total, com redução dos gastos diretos em saúde e daqueles decorrentes de licenças médicas prolongadas”, destaca o deputado federal.

    *Com informações da assessoria

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