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    Política


    Dilma defende BNDES como financiador da infraestrutura e da indústria

    De acordo com a presidente, o banco investe em 783 das mil maiores empresas brasileiras, que respondem por 84% do investimento no setor – foto: divulgação
    De acordo com a presidente, o banco investe em 783 das mil maiores empresas brasileiras, que respondem por 84% do investimento na indústria nacional – foto: divulgação

    A candidata do PT à reeleição, Dilma Rousseff, defendeu, nesta segunda (29), o papel do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) como financiador da indústria e de obras de infraestrutura.

    “É muito difícil ter uma obra de energia elétrica, tanto na área de transmissão quanto na área de geração, por exemplo, hidrelétrica, sem ter o BNDES presente como um dos maiores agentes financeiros”, ressaltou a candidata, em entrevista coletiva na capital paulista.

    “O mesmo acontece com rodovias, em ferrovias, portos e aeroportos. O BNDES é o grande financiador de obras de investimento em infraestrutura”, acrescentou Dilma, que apresentou dados para comprovar a importância da instituição.

    Segundo a presidente, o banco é responsável por 97% do financiamento da capacidade de geração adicional instalada de hidrelétricas, 61% da capacidade de geração adicional de pequenas centrais hidrelétricas, 55% dos projetos adicionais de energia eólica e 32% da capacidade produtiva adicional de etanol.

    De acordo com a candidata, o banco investe em 783 das mil maiores empresas brasileiras. “E essas 783 empresas respondem por 84% do investimento na indústria. Então, fica muito evidente que o BNDES tem um grande poder de desenvolver projetos junto a empresas em várias áreas”, arrematou.

    "Papel estratégico"

    A petista enfatizou ainda a importância da instituição para garantir empreendimentos de longo prazo. “O BNDES tem papel estratégico na estruturação dos projetos de longo prazo. Ele é um dos poucos bancos do Brasil que financiam investimentos em um horizonte de mais de 15, 20 anos”, apontou.

    Na entrevista, a candidata reafirmou que é favorável à criminalização da homofobia.

    “O meu governo e eu, tanto pública quanto pessoalmente, somos contra a homofobia. E acho que o Brasil atingiu o patamar de civilidade, e que nós – a sociedade brasileira – não podemos conviver com processos de discriminação que levem à violência. Eu acho que a homofobia deve ser criminalizada”, concluiu.

    Por Agência Brasil (ABr)