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    Política


    PSB é a favor do impeachment da presidente Dilma Roussef, diz Serafim Corrêa

    O deputado ainda lembrou que o problema das demissões impactou diretamente no Sistema Único de Saúde - foto: divulgação/Marcelo Araújo
    O deputado ainda lembrou que o problema das demissões impactou diretamente no Sistema Único de Saúde - foto: divulgação/Marcelo Araújo

    O deputado Serafim Corrêa, presidente de honra do Partido Socialista Brasileiro, afirmou durante seu pronunciamento na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), nesta terça-feira (5), que o PSB é a favor do impeachment do governo de Dilma Roussef (PT).

    “O Brasil hoje está dividido: uma parte quer o impeachment outra parte não quer. Se não for aprovado, Dilma continua. Se for aprovado, o vice-presidente, Michel Temer, assume. E no dia seguinte? Quais são as propostas para nós sairmos da crise em que nos encontramos. O Brasil está patinando há um ano e meio e o país não suporta mais”, disse Serafim.

    O deputado ainda lembrou que o problema das demissões impactou diretamente no Sistema Único de Saúde (SUS).

    “No Amazonas foram 50 mil demissões, no Brasil foram mais de 1,5 milhão de demissões e isso estourou o SUS. Essas pessoas perderam os seus planos de saúde e foram para a rede pública. Ontem, a empresa Moto Honda, a maior do Distrito Industrial, demitiu 500 funcionários. Pergunto aos amigos do PT e do PMDB, quais as propostas para amanhã?”, questionou.

    Em nota, o presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, informou que a matéria veiculada na segunda-feira (4), no Jornal Nacional, de que a  legenda estivesse discutindo a possibilidade de integrar o governo federal é inverídica.

    “Ninguém está autorizado a tratar deste assunto em nome do PSB, partido que já decidiu reiteradamente que não participará do atual governo. Vale recordar que o PSB deixou o governo, em 2013, por discordar frontalmente dos equívocos e irresponsabilidades cometidas desde a primeira gestão da presidente Dilma Rousseff. E, desde então, se manteve em posição crítica a um governo que, lamentavelmente, jogou o país na maior crise da história republicana”.

    Com informações da assessoria

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