Fonte: OpenWeather

    Política


    Zonas urbana e rural têm saneamento básico questionável, diz Hissa

    Hissa disse que a precariedade dos serviços públicos estão nos bairros mais distantes - foto: divulgação
    Hissa disse que a precariedade dos serviços públicos estão nos bairros mais distantes - foto: divulgação

    Em reunião com representantes de associações comunitárias de bairros das zonas Leste e Norte, o candidato a prefeito, pela Coligação “Novas Ideias, Novo Caminho” (PDT/PSDC), Hissa Abrahão, afirmou que a atual precariedade dos serviços de limpeza pública, construção e manutenção dos bueiros, abastecimento de água, coleta de lixo e drenagem dos igarapés, afeta diretamente a saúde, qualidade de vida e o desenvolvimento social das famílias nos bairros mais distantes de Manaus.

    Hissa Abrahão explicou que Manaus ocupa a 95ª posição, em um universo de 99 localidades estudadas, entre os piores municípios na pesquisa “Ranking do Saneamento”, de autoria do Instituto Trata Brasil, apontado pelos especialistas como o mais completo “raio-x” do setor. Os dados, segundo Hissa, mostram o descaso com que o poder municipal vem tratando a questão ao longo dos anos.

    O prefeiturável ainda mostrou que, conforme o levantamento, itens relacionados à qualidade do meio social, como o acesso à água potável, coleta e tratamento de resíduos e esgoto também são negligenciados tanto nos bairros mais distantes, onde há incidências de invasões, quanto nas áreas mais centrais da capital.

    Hissa elencou duas ações fundamentais que podem significar a solução em curto prazo, desde que haja o efetivo comprometimento do poder municipal com a questão: a implantação de sistemas completos de esgotamento sanitário e uma política de planejamento/controle dos sistemas de coleta/tratamento de esgotos e drenagem nas zonas urbana e rural. “Como é possível que quase 90% da nossa cidade, onde vivem cerca de 2 milhões de habitantes, não tenha saneamento básico adequado? A pesquisa aponta para um desinteresse ou desmotivação do prefeito que preferiu esconder o problema, jogando para ‘debaixo do tapete’”, questionou Hissa.

    O representante dos moradores do Grande Vitória, Francisco Pereira Aquino, ressaltou que além da visível falta de pavimentação, as ruas do bairro não têm esgoto, fossa ou sumidouro, o que leva muitas famílias a despejarem parte da água servida diretamente nas vias públicas. “A maioria das ruas do Grande Vitória é ladeira. Quando chove, a água suja do esgoto desce feito uma cachoeira, invade casas, terrenos, até ser engolida pelas crateras no meio da rua”, disse.

    Com informações da assessoria