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    Política


    Candidaturas para cargos no PT seguem indefinidas

    José Ricardo disse que já está visitando as bases nos municípios de Maués e Manacapuru – foto: Ricardo Oliveira

    O Partido dos Trabalhadores (PT) deverá, no dia 7 de novembro, eleger novos presidentes para a executiva nacional, estadual e municipal. Até o momento a única candidatura estadual confirmada é a do deputado estadual José Ricardo Wendling (PT), que apoia a candidatura nacional do atual secretário-geral do partido e deputado federal Paulo Teixeira.

    Apesar de apenas o nome José Ricardo estar no ‘páreo’, várias candidaturas são cogitadas, como o nome do deputado estadual e líder do PT na Assembleia Legislativa do Amazonas (ALE-AM), Sinésio Campos, do atual presidente da Central Única de Trabalhadores (CUT), Waldemir Santana e também Waltair Cruz, membro da executiva estadual e ex-secretário municipal de Habitação.

    José Ricardo anunciou sua candidatura no dia 1˚ de maio. O deputado disse estar buscando apoios não só na capital, mas também em alguns municípios do interior do Estado, além de contar com apoio de muitos filiados do PT.

    O petista possui ainda o apoio do deputado federal Francisco Praciano (PT) e dos vereadores Waldemir José e Professor Bibiano. As inscrições de chapas para concorrer à presidência estadual poderão ser feitas até o dia 12 de agosto. O atual presidente da direção estadual, João Pedro, que pertence à corrente ‘Construindo Um Novo Brasil’ (CNB), disse que não sabe se sairá candidato.

    Já Sinésio Campos não afirma e nem descarta sua candidatura. O deputado afirmou que o compromisso do grupo ‘Movimento PT’ deverá ser com o atual presidente nacional da legenda, Rui Falcão, que possui o apoio também da CNB e do movimento PT Lutas e Marchas (LM) para a candidatura nacional. Campos disse ainda, que seu nome sempre estará disponível para representar seu partido, pois sua história é de contribuição desde o início da legenda.

    Para o vereador Bibiano, o apoio ao deputado José Ricardo se dá unicamente pelo histórico de vida e compromissos que o parlamentar tem com o PT e a população. “Talvez nosso apoio ao deputado seja uma questão de ideologia, o histórico dele tem consonância com a história, o nascimento do partido. A luta dessa corrente é pela volta do “PT dos Trabalhadores”, a defesa da inclusão daqueles que se encontram excluídos do poder dominante. Precisamos voltar à nossa essência”, frisou.