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    Saúde E Bem Estar


    Fumar prejudica fluxo do sangue e danifica a pele

    Outros problemas como o câncer de pulmão também são decorrentes do fumo - Valter Campanato/ABr

    Dizer que o cigarro faz muito mal à saúde é praticamente “chover no molhado”. As campanhas de saúde pública batem em cima disso há bastante tempo. Por lei, é proibido fumar em recintos fechados, ou semifechados, mas mesmo assim cerca de 20 milhões de pessoas fumam; nessa estatística constam homens, mulheres e adolescentes do ambos os sexos.

    Como o assunto aqui é beleza, entre outros males, o cigarro “acaba” com a beleza da pele. A explicação é simples: um organismo intoxicado dará seus sinais em dos seus órgãos mais
    vital e visível: a pele.

    E por que isso acontece? O fumo reduz o fluxo sanguíneo, dificultando a oxigenação dos tecidos. Resultado: envelhecimento precoce. As rugas acentuam-se ao redor dos olhos e em torno da boca.

    Quando não ocorre oxigenação suficiente, o metabolismo se altera, afetando, por exemplo, a absorção de colágeno e das vitaminas A, C e E, as quais são antioxidantes naturais e que servem para neutralizar os radicais livres. A pele muda de textura e fica com aspecto de pele desnutrida.

    Os efeitos não são imediatos, mas a médio e longo prazo. Os especialistas em estética explicam que para quem fuma há muitos anos, maiores são os estragos. Quem pretende melhorar a saúde e o aspecto da pele deve, antes de tudo,
    deixar de fumar.

    Apesar de ser considerada uma tarefa difícil à reversão do envelhecimento causado pelo fumo, algumas clínicas de estética oferecem opções que prometem melhorar o aspecto da pele através do uso de produtos que promovem a estimulação da produção de colágeno e fibras elásticas. Os resultados positivos também dependerão da dedicação do paciente, pois os efeitos positivos também
    não são imediatos.

    Apesar de a maioria das pessoas ainda associar o fumo somente a problemas respiratórios e ao câncer de pulmão, o hábito de fumar aumenta a pressão
    sanguínea.

    Os médicos informam que quem fuma está mais propenso a desenvolver a hipertensão e ter doenças do coração. O risco de ter um ataque cardíaco sobe conforme o número de cigarros e o tempo do vício.

    E mais, os médicos explicam que, ainda por causa da diminuição da oxigenação no sangue, a cicatrização de maneira geral também fica comprometida, aumentando em muito o risco de ocorrências de necroses em processos pós-cirúrgicos.

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