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    Camelôs reclamam de atraso na entrega de galeria

    Galeria dos Remédios ainda não foi entregue – foto: Alexandre Fonseca/Seminf
    Galeria dos Remédios ainda não foi entregue – foto: Alexandre Fonseca/Seminf

    O adiamento do prazo inicial e a proposta de inauguração de metade do espaço da galeria dos “Remédios” - que esta sendo construída na avenida Miranda Leão - tem causado o descontentamento entre parte dos vendedores ambulantes transferidos para o galpão provisório na mesma rua.

    De acordo com os comerciantes, representantes da prefeitura teriam explicado em  uma reunião no inicio de setembro, que somente parte da galeria será inaugurada até o fim deste mês, quando o combinado inicial era da entrega ser realizada em junho - exatamente quatro meses após a remoção do grupo das ruas, em 23 de fevereiro - o que ainda não ocorreu.

    “Falaram que vão inaugurar no final de setembro, mas tudo indica que não há possibilidade para isto não. Já ouvi um conversa de que seria no aniversário de Manaus. Não sabemos ainda e a turma não acha correto entregarem pela metade a obra. Imagina você ai dentro com as equipes de construção trabalhando, passando com material para cima e para baixo. Não tem lógica”, reclamou um camelô que pediu para não ter o nome divulgado.

    A esperança dos comerciantes é que com o acesso da galeria à rua dos Barés, próximo ao mercado Adolfo Lisboa,  o movimento seja maior. Contudo, o acesso não será entregue na primeira etapa, segundo os camelôs. “Com o acesso vai permitir o transito de pessoas. Segundo o projeto, teria acesso da galeria ao Adolfo Lisboa, mas se não fizerem logo, vamos ficar no estado em que estamos aqui, ilhados”, lamentou.

    A galeria dos Remédios, na avenida Miranda Leão, abrigará mais 361 comerciantes em área aproximada de 5 mil metros quadrados. A sede do Pronto Atendimento ao Cidadão (Pac) que hoje atende no porto, será transferida para a galeria, que também vai contar com loteria, banco, farmácia popular, ponto para venda de passagens dos barcos, praça de alimentação e mirante.

    Até a publicação deste post a Secretaria Municipal do Centro (Semc) não encaminhou resposta.

    Por Ive Rylo (Jornal EM TEMPO)

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