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    OAB realiza segundo casamento coletivo gay do Amazonas

    O primeiro casamento homoafetivo  do Amazonas ocorreu em 16 de setembro de 2014 - foto: divulgação
    O primeiro casamento homoafetivo do Amazonas ocorreu em 16 de setembro de 2014 - foto: divulgação

    O segundo casamento homoafetivo do Amazonas ocorrerá no próximo dia 22 de julho. O evento é uma realização da  Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Amazonas (OAB-AM), em parceria com a Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc).  A iniciativa continua sendo pioneira na região Norte.

    O evento oficializará a união de 45 casais (sendo 06 heterossexuais), e será realizado na sede da OAB, às 9h, na avenida Umberto Calderaro, bairro Adrianópolis.

    A ação é resultado do projeto de iniciativa da entidade, coordenado pela Comissão da Diversidade Sexual da OAB-AM. De acordo com o presidente da OAB-AM, Alberto Simonetti Neto, o objetivo é facilitar o acesso dos casais homoafetivos à formalização da união formal e difundir a legalidade deste procedimento.

    A cerimônia não é restrita aos casais homoafetivos, mas estes são a grande maioria. Segundo a presidente da Comissão da Diversidade Sexual da OAB-AM, Alexandra Zangeralame, a entidade, que promoveu o primeiro casamento do tipo na região, entende que ainda há muita desinformação com relação aos direitos dos casais homoafetivos de formalizar a união. No ano passado, 12 casais, sendo um hetero, oficializaram a união no evento promovido pela OAB-AM.

    “Diversos casais homoafetivos procuram orientação na OAB-AM sobre partilha de bens, processos de divórcio e uma série de situações cuja solução legal seria a regularização da união, com o casamento civil. Quando a relação é formalizada, os direitos são garantidos pela legislação”, salienta Alexandra Zangeralame.

    Ela ressalta que, sair da “clandestinidade” perante à sociedade, tem enorme significado para esses casais, por isso aumenta cada vez mais a procura pela oficialização da união. “É importante que os órgãos públicos façam a devida divulgação, mostrando que os casais homoafetivos têm os mesmos direitos e podem igualmente participar desse processo de oficialização da união”, disse.

    Com informações da assessoria de comunicação