Fonte: OpenWeather

    Sem Categoria


    Grupo suspeito de racismo contra Maju atua em Manaus, diz MP

    A jornalista sofreu ataques racistas nas redes sociais no dia 3 de julho deste ano - foto: reprodução
    A jornalista sofreu ataques racistas nas redes sociais no dia 3 de julho deste ano - foto: reprodução

    A operação denominada ‘Tempo Fechado’, realizada simultaneamente no Amazonas, Goiás, Minas Gerais, Pernambuco, Ceará, Rio Grande do Sul e São Paulo,  através do  Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas, do Ministério Público, identificou os autores dos ataques virtuais à página do Jornal Nacional, no Facebook, no dia 3 de julho de 2015, com afirmações racistas e injuriosas contra a jornalista Maria Júlia dos Santos Coutinho Moura.

    Nesta quinta-feira (10), foram apreendidos pelo Ministério Público do Estado do Amazonas (MPE-AM) computadores portáteis, 'smartphones' e tablets, com o cometimento dos crimes de racismo, injúria qualificada, organização criminosa e corrupção de menor, que já estão sendo periciados. Pessoas que possam ter envolvimento com os crimes investigados na operação estão sendo ouvidas na sede do órgão.

    As investigações demonstram a existência de um grupo denominado ‘QLC – Que Loucura Cara’, sediado em Manaus, com mais de vinte mil seguidores em todo o país, tendo como principal objetivo ataques virtuais ofensivos através da rede mundial de computadores, com a utilização de perfis e nomes falsos, fomentando inclusive o confronto com uso de violência de ‘gangues virtuais’ em locais públicos.

    O mandado de busca e apreensão foi  expedido pelo Juiz de Direito do Foro Central Criminal Barra Funda, de São Paulo, visando apreender material eletrônico com conteúdo racista, injurioso ou neonazista.

    Mais lidas

    1. Em trabalho de parto, mulher dá à luz em carro com ajuda de PMs