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    No Largo São Sebastião, manifestantes contra impeachment dizem que “não vai ter golpe”

     ato contra o impeachment acontece no Largo de São Sebastião, centro da Capital - foto: Asafe Augusto
    O ato contra o impeachment acontece no Largo de São Sebastião, centro da Capital - foto: Asafe Augusto

    Com gritos de ordem de "não vai ter golpe", e cartazes em apoio à presidente Dilma Rousseff, pelo menos 500 pessoas, segundo estimativa da Polícia Militar (PM), estão reunidas na tarde deste domingo (17).  O ato contra o impeachment acontece no Largo de São Sebastião, centro da Capital.

    Os manifestantes pró Dilma se dizem confiantes com os resultados das votações de hoje. É o caso do secretário estadual da Juventude do Partido dos Trabalhadores (JPT), Ruan Octávio, que afirmou sua expectativa na decisão dos deputados.

    "Estamos confiantes e sabemos que podemos conseguir a quantidade necessária de votos para que o golpe não aconteça", disse o manifestante ao ressaltar que o vice-presidente, Michel Temer (PMDB), já vem articulando o que fará se Dilma for deposta.

    "Impeachment sem crime é golpe. Eduardo Cunha ágil por interesse próprio e junto a Temer, já trama tirar os programas que os governos Lula e Dilma conquistaram. Querem acabar com Pró-Uni, Bolsa família e outros programas sociais”, comentou.

    A metalúrgica, Cátia Cheve, que porta bandeiras em apoio à presidente, afirma que não há motivos para o afastamento de Dilma. "Quem tem que sair é o presidente da Câmara, Eduardo Cunha. Dilma não tem crimes provados contra ela, mas Cunha tem. Esse golpe não pode passar. A justiça brasileira é fraca. Quem quer tirar a presidente está com medo da lava-jato", disse a metalúrgica.

    Por Asafe Augusto