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    Com crescimento de 22,2%, indústria do AM teve a maior alta do país entre fevereiro e março, mostra IBGE

     - foto: divulgação
    Segundo os dados do IBGE, a produção industrial cresceu em dez dos 14 locais pesquisados - foto: divulgação

    O Amazonas foi o Estado que apresentou a maior alta na produção industrial na passagem de fevereiro para março. O crescimento foi de 22,2%, segundo dados divulgados na manhã desta segunda-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com a Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física Regional.

    Segundo os dados do IBGE, a produção industrial cresceu em dez dos 14 locais pesquisados e, além do Amazonas, o estado da Bahia também foi um dos que mais apontou crescimento em março, com o índice de 8,1%.

    A pesquisa mostrou ainda que houve aumentos mais acentuados do que a média nacional (1,4%) na região Nordeste (4,1%) e em Santa Catarina (3,8%), Paraná (2,8%), Ceará (2,6%), Rio de Janeiro (2,2%) e São Paulo (1,5%). Outros estados que apresentaram alta foram Minas Gerais (0,9%) e Pernambuco (0,4%).

    Queda

    Os quatro estados com queda na produção na passagem de fevereiro para março deste ano foram Goiás (-4,3%), Pará (-3,2%), Espírito Santo (-1,7%) e Rio Grande do Sul (-1,3%).

    Nos demais tipos de comparação temporal, o IBGE também analisa o comportamento da indústria em Mato Grosso. Na comparação com março de 2015, houve queda da produção em 13 dos 15 locais pesquisados, com destaque para Pernambuco (-24,4%) e Espírito Santo (-22,2%). Apenas Pará e Mato Grosso tiveram crescimento na produção, de 7,3% e 4%, respectivamente.

    No acumulado do ano, a queda atingiu 12 áreas com destaque para Pernambuco (-27%), Espírito Santo (-22,4%) e Amazonas (-22,1%). Três locais tiveram alta: Pará (10,8%), Mato Grosso (6,6%) e Bahia (3,8%).

    Já no acumulado de 12 meses, 13 estados tiveram recuo na produção. As maiores quedas foram observadas no Amazonas (-18%), São Paulo (-12,8%) e Pernambuco (-12,1%). Altas foram registradas no Pará (4%) e no Mato Grosso (2,9%).

    Com informações de Agência Brasil