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    Criança de quatro anos morre após ser agredida por padrasto, preso nesta quinta

    O mandado de prisão foi expedido pela Juíza do plantão criminal Ana Lorena Teixeira Gazzineo - foto: Arthur Castro
    O mandado de prisão foi expedido pela Juíza do plantão criminal Ana Lorena Teixeira Gazzineo - foto: Arthur Castro

    Kedson da Silva Coelho, 21, suspeito de ter agredido a enteada de apenas quatro anos de idade, durante três dias, foi preso na manhã desta quinta-feira (2), por volta de 9h30, na casa de sua mãe, no bairro Santa Etelvina, Zona Norte de Manaus. O mandado de prisão foi expedido pela Juíza do plantão criminal  Ana Lorena Teixeira Gazzineo.

    De acordo com a titular da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), Juliana Tuma, Kedson era padrasto da vítima. No dia (29) de abril deste ano, a mãe da criança saiu para trabalhar e deixou a menina com ele. Em certo momento, ela mexeu no celular  e comeu um biscoito sem ‘autorização’, com raiva, o padrasto deu três chutes na criança.

    No dia seguinte, a criança sofreu agressões quando estava no banheiro, sendo empurrada pelo infrator. A vítima chegou a lesionar a boca. Na ocasião, a mãe não desconfiou de nada, apenas cuidou dos machucados e saiu para o trabalho. Já no dia 1º de maio, a criança começou a reclamar das dores, principalmente na área do abdômen. No dia  2 de maio foi encaminhada ao Serviço de Pronto Atendimento (SPA) Eliameme Rodrigues Mady, avenida Samaúma, bairro Monte das Oliveiras, Zona Norte.

    Segundo a autoridade policial, a criança já chegou desmaiada no Pronto-Socorro, com rosto inchado e apresentado manchas roxas pelo corpo. Após ser atendida a criança não resistiu e veio a óbito.  Como houve desconfiança por parte da equipe médica, em virtude das lesões, o padrasto e a mãe foram encaminhadas ao 15º Distrito Integrado de Polícia (DIP) para registro de Boletim de Ocorrência (B.O).

    O padrasto foi autuado por homicídio qualificado e será encaminhado para a Cadeia Pública Desembargador Raimundo Vidal Pessoal, Centro.

    Por Lindivan Lilaça