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    Regras de cerimonial e protocolo são discutidas por profissionais em congresso realizado no Amazonas

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    O encerramento do congresso será realizado no sábado (29) - foto: divulgação

    Aproximadamente 250 profissionais de todo o mundo estão reunidos em torno do XV Congresso Internacional de Cerimonial e Protocolo e do XXI Congresso Nacional do Cerimonial Público, que ocorrem simultaneamente no Tropical Hotel, em Manaus.

    De acordo com o presidente do evento, Herminio González, o principal objetivo do congresso é demonstrar que o protocolo é uma ferramenta de comunicação.

    “O protocolo e cerimonial deixaram de ser exclusivos das esferas oficiais ou das esferas palacianas. Nesse momento, estamos utilizando muito o nosso trabalho em empresas. Hoje, atuamos no segmento desportivo, social, universitário, entre outros. Isso se deve a preocupação que as pessoas e empresas tem hoje em cuidar com a imagem. Logo, o protocolo possui diversas facetas e estamos presentes em todas elas”, afirmou González.

    A necessidade de flexibilizar as regras de cerimonial e protocolo é outro aspecto a ser abordado durante os três dias da vasta programação, bem como sua aplicação como elemento facilitador das relações institucionais.

    “Antes o cerimonial era algo muito difícil, rígido, como o da realeza inglesa e do Vaticano, até a chegada do papa Francisco. Agora, até o protocolo do Vaticano está flexibilizado. Essa é uma necessidade de mercado. O cerimonial deve estar em função das necessidades das autoridades e nunca pretender que as autoridades se adequem as normas dela.

    Segundo a presidente da Comissão Organizadora, Lourdes Buzaglo, no Brasil existem cerca de 10 mil cerimonialistas. Para ela, a meta dos congressos é estimular e nortear esses profissionais.

    “O cerimonialista tem que estar atualizado. Atualmente, as normas se tornaram bem mais flexíveis, bem mais modernas. Mas, isso não quer dizer que um evento possa ser realizado de qualquer jeito. Exige-se seriedade, principalmente, em um evento oficial porque nenhuma autoridade do mundo tem o dever de conhecer o protocolo. Mas, o cerimonial tem a obrigação de orientar a sua autoridade. Isso faz a diferença. É um trabalho de bastidores. As pessoas acham que tem glamour e status. Mas, não é assim. Nosso trabalho é estritamente de bastidores. Quem tem que aparecer é a autoridade”, revelou Buzaglo.

    Com informações da assessoria

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