Histórias do coveiro da cidade quente e fedida
No ano 2.125, às seis horas da manhã, numa cidade quente e fedida, controlada por malfeitores, em que músicas religiosas tocam em toda parte e com gangues que autorizam os horários de mobilidade da população, Diógenes caminhava rapidamente nas ruas com máscara no rosto rumo ao cemitério abandonado que tem uma pichação no muro que … Continue lendo Histórias do coveiro da cidade quente e fedida
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