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    Manifestação


    Servidores da saúde de Parintins protestam por reajuste salarial

    Durante o protesto, os servidores alertaram para uma possível greve da categoria

    Os funcionários se concentraram na praça da catedral | Foto: Tadeu de Souza

    Parintins (AM) – Funcionários da Secretaria Estadual de Saúde (Susam), em Parintins (369 km de Manaus) realizaram, na manhã desta quinta-feira (12), uma manifestação para cobrar o reajuste salarial da categoria. Durante o protesto, os servidores alertaram para uma possível greve da categoria. 

    “Vamos entrar em greve. Vamos parar os hospitais se o governo não nos der uma resposta satisfatória”, disse o líder da manifestação, Ronaldo Rebouças

    Os funcionários se concentraram na praça da catedral, por volta das 8h30. De lá, eles saíram em carreata fazendo um buzinaço pelas principais ruas da cidade e permaneceram durante algum tempo em frente aos hospitais Padre Colombo e Jofre Cohen.

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     Durante a permanência dos manifestantes em frente aos hospitais, o atendimento ambulatorial foi suspenso por 30 minutos.

    Para os funcionários quem vai determinar se a categoria entra ou não em greve é o governo do Estado. “Se a nossa reivindicação for atendida não haverá greve, do contrário não teremos outra alternativa a não ser paralisar as nossas atividades e quem vai sofrer, lamentavelmente, é a população”, finalizou Ronaldo Rebouças.

    Vários servidores participaram do protesto
    Vários servidores participaram do protesto | Foto: Tadeu de Souza

     Protesto em Manaus

    Com cartazes, apitos e buzinas, servidores da Saúde do Amazonas interditaram, na manhã desta quinta-feira (12), os dois sentidos da avenida Constantino Nery, no trecho do cruzamento com a avenida Pedro Teixeira, na Zona Centro-Sul de Manaus. Os trabalhadores cobram o reajuste salarial de 26%.

    De acordo com um dos integrantes do Mots-AM e técnico de laboratório Reginaldo Nascimento, se não houver diálogo entre o governo e os representantes da categoria para conceder um reajuste digno aos profissionais, as atividades da saúde serão paralisadas.

    “O estado acredita que a saúde não tem força para se mobilizar, mas, dependendo do que o governador fizer, nós vamos radicalizar e paralisar”, afirma. Outro ponto solicitado é a isonomia de valores entre o vale refeição de servidores da saúde e os policiais militares.

    “Atualmente recebemos R$ 220 e a proposta era aumentar para R$ 320, mas não aceitamos e queremos isonomia com o valor oferecido aos policiais militares”, disse o técnico de laboratório.

    Quanto ao reajuste, a categoria pede o percentual de 26% para equilibrar os salários com as outras classes reajustadas.

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