Fonte: OpenWeather

    TRANSPLANTE


    Em Manaus, pais lutam por tratamento de filho com paralisia cerebral

    Walderlaydson de Souza, de apenas 6 anos, desenvolveu paralisia e síndrome de West, e precisa realizar um transplante de medula óssea

    A mãe chegou a engravidar novamente com a esperança de que o segundo filho pudesse apresentar o tipo sanguíneo compatível com de Walderlaydson para que houvesse o procedimento do transplante de medula óssea
    A mãe chegou a engravidar novamente com a esperança de que o segundo filho pudesse apresentar o tipo sanguíneo compatível com de Walderlaydson para que houvesse o procedimento do transplante de medula óssea | Foto: Marcely Gomes

    Manaus - Em busca de alternativas para aumentar as chances do desenvolvimento da coordenação motora do pequeno Walderlaydson de Souza, de 6 anos, a mãe do menino, Gleice Fontes, de 33 anos, não mede esforços. Por ter nascido com má formação cerebral, o menino desenvolveu paralisia e a Síndrome de West, um tipo de epilepsia, e precisa realizar um transplante de medula óssea, além de tratamento de fisioterapia, o que tem sido um desafio constante para a família. 

    Com o nascimento de Isabela Souza, que hoje tem apenas três meses de vida, a mãe de e o pai de Walderlaydson ,Valdeci Silva de 50 anos, continuam a lutar pela evolução do menino
    Com o nascimento de Isabela Souza, que hoje tem apenas três meses de vida, a mãe de e o pai de Walderlaydson ,Valdeci Silva de 50 anos, continuam a lutar pela evolução do menino | Foto: Marcely Gomes

    Gleice Fontes, que é dona de casa, contou ao Portal Em Tempo que após o nascimento de Walderlaydson, chegou a engravidar novamente com a esperança de que o segundo filho pudesse apresentar o tipo sanguíneo compatível para que houvesse o procedimento do transplante de medula óssea.

    Com o nascimento de Isabela Souza, que hoje tem apenas três meses de vida, a mãe e o pai de Walderlaydson, Valdeci Silva, de 50 anos, continuam a lutar pela evolução do menino.

    “O sangue do meu marido é A- e o meu tipo sanguíneo é O+, e por isso são incompatíveis com o do “Waldinho” que é O-. Engravidei esperando que a Isabela nascesse com o mesmo tipo sanguíneo do irmão, mas ela nasceu com o sangue O+”, afirmou Gleice.

    De acordo com a dona de casa, os tratamentos fisioterápicos são caros e que há procedimentos cirúrgicos que só podem ser realizados fora do Brasil.
    De acordo com a dona de casa, os tratamentos fisioterápicos são caros e que há procedimentos cirúrgicos que só podem ser realizados fora do Brasil. | Foto: Marcely Gomes

    De acordo com a dona de casa, a fisioterapia é cara, e há procedimentos cirúrgicos que só podem ser realizados fora do Brasil. “Com esse transplante de medula, o Walderlaydson pode obter até 75% de chances de andar. Esse procedimento é feito com eficiência nos Estados Unidos. Mas não temos esses recursos” disse a mãe do menino.

    Gleice Fontes afirmou ainda que a deficiência de Walderlaydson não foi detectada em exames feitos após o nascimento do menino, e frisou que se a má formação cerebral fosse constatada de imediato, o estado de saúde da criança estaria melhor. Ela ainda acrescentou que os problemas foram encontrados quando solicitou uma ressonância magnética, que foi feita em um hospital de Manaus.

    "Ele não estaria assim se o problema fosse constatado no início. Quando eu descobri que estava grávida dele, foi ótimo. Não tive problema nenhum. Mas hoje eu não entendo o porquê de não ter sido detectado nada nos exames. Nem o teste do pezinho serviu”, disse a mãe, salientando a necessidade de uma cadeira de rodas e objetos de uso pessoal da criança, como fraldas.

    Gleice também pede um freezer onde possa vender sorvetes para angariar fundos para os tratamentos do filho. Se você deseja ajudar o pequeno Walderlaydson de Souza, pode entrar em contato com a mãe por meio do telefone (92) 9 8197-3545

    Leia Mais:

    Receba as principais notícias do Portal Em Tempo direto no Whatsapp. Clique aqui!:

    Amor de longa data: casais contam o segredo para manter a chama acesa

    Vendedores apostam no dia dos namorados para ganhar renda extra