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    Após 193 mortes no AM, HUGV libera 18 leitos a pacientes com Covid-19

    Além da atuação nas áreas específicas de tratamento na unidade, a estrutura agora passa a auxiliar o Estado no combate à Covid-19

    | Foto: Arquivo/AET/Ione Moreno

    Manaus - Após a confirmação de 2.270 mil casos do novo coronavírus (Covid-19) no Amazonas e o registro de 193 mortes até esta terça-feira (21), a secretária da Secretaria Estadual de Saúde do Amazonas (Susam), Simone Papaiz, falou sobre o uso da estrutura do Hospital Universitário Getúlio Vargas (HUGV) no tratamento e na internação de pacientes da Covid-19.

    Ela destacou que a direção da unidade ressaltou a importância de continuidade à assistência em manter a origem das áreas de atuação, mas que reforçará o combate ao novo coronavírus dando apoio a pacientes do Estado.

    "Hoje, pela manhã, liberaram 18 leitos para tratamento da Covid-19 e mais 45 para internação, mas o HUGV tem capacidade de atingir 31 leitos, que anteriormente eram leitos da retaguarda para outras áreas de tratamento. O hospital receberá pacientes transferidos de UPAs [Unidades de Pronto Atendimento] e SPAs [Serviços de Pronto Atendimento]”, explicou.

    Questionada sobre o porquê é necessário abrir tantas frentes de combate e tratamento ao mesmo tempo? A secretária da Susam destacou que os números de casos no Amazonas chamam a atenção e despertam a necessidade de apoio total.

    "Nós pegamos o número da população em geral, capital e interior, e 80% dos casos cometidos pela doença não terão necessidade de apoio hospitalar. Porém, 20% necessitária. Desse total, 5% necessitará de um atendimento de alta complexidade. Estamos juntando esforços porque chagará um momento em que todos os leitos estarão ocupados. É necessário que os pacientes, quando cheguem, tenham acesso a esses novos leitos que estão sendo disponibilizados por mais hospitais", frisou Simone.

    "Precisamos atuar em várias frentes para ter condições de atender e regular esses pacientes com confirmação ou suspeita da doença. A média de ocupação da sala rosa varia em torno de 95%. Para abertura de leitos são necessários RH e equipamento de insumo. Temos que trabalhar também com a contratação de mais profissionais para a área de saúde", acrescentou ela.

    Assista ao Web TV News - 1ª edição, que foi ao ar nesta terça-feira (21) na Web TV Em Tempo:

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