Enfermagem


Maternidade Balbina Mestrinho é finalista em projeto nacional

Projeto busca reconhecer inovações no campo da enfermagem

A maternidade passará por avaliação in loco como parte do processo de avaliação | Foto: Divulgação

A maternidade passará por avaliação in loco como parte do processo de avaliação
A maternidade passará por avaliação in loco como parte do processo de avaliação | Foto: Divulgação

Manaus - A maternidade Balbina Mestrinho chegou à fase final do projeto nacional “Laboratório de Inovação em Enfermagem”, promovido pelo Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) e Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), com a experiência de parto na água, do Centro de Parto Normal Intra-hospitalar (CPNI).

Na próxima terça-feira (20), a unidade, coordenada pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM), passa por avaliação in loco.

O projeto tem como principal objetivo valorizar e fortalecer a saúde universal, além de dar visibilidade às experiências inovadoras da enfermagem que tenham produzido resultados exitosos na gestão de serviços, na atenção à saúde da população e na educação e formação do profissional.

A diretora da Maternidade Balbina Mestrinho, Rafaela Faria, ressalta que a unidade concorreu com outras 329 propostas até a fase final com o projeto “Mudando a forma de nascer no Estado do Amazonas: implantação de parto na água, no CPNI da Maternidade Balbina Mestrinho”.  

A unidade foi selecionada entre outras 329 que concorriam no projeto
A unidade foi selecionada entre outras 329 que concorriam no projeto | Foto: Divulgação

“Estar na fase final demonstra a importância do trabalho e o protagonismo que os profissionais de enfermagem obstétrica vêm desenvolvendo dentro do sistema de saúde brasileiro. Esse laboratório vem agregar, de forma concreta, como a enfermagem brasileira tem várias experiências de sucesso na área de valorização e ampliação dos escopos de práticas, e principalmente mostra e valoriza a gestão dos enfermeiros dentro das unidades de saúde do SUS”, disse a diretora.

Desde que foi implantado, em junho do ano passado, o CPNI realizou 507 partos até setembro de 2020. “A pandemia gerou um decréscimo nas nossas metas porque o parto na água, por exemplo, foi um parto que ficou em suspenso até a autorização do Ministério da Saúde”, explicou Rafaela.

A diretora ressalta ainda que para ampliar a oferta de partos no CPNI são realizadas parcerias com a atenção básica, inclusive com a vinculação à Casa de Saúde Indígena (Casai). Na maternidade, também foi implantando protocolo de atendimento humanizado para estrangeiras, indígenas, quilombolas e surdas.

*Com informações da assessoria

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