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    Enchente no Juruá


    Cheia do Rio Juruá avança sobre bairros e ruas de Eirunepé, no AM

    A cidade de Eirunepé pode ter cerca de 12 mil pessoas afetadas pela cheia, que já ultrapassou a cota de 16,4 metros

     

     Em situação de Emergência desde o início fevereiro, devido a cheia do rio Juruá, o município de Eirunepé,  a 1.159 quilômetros de Manaus, pode ter cerca de 12 mil pessoas afetadas pela cheia do rio, que já ultrapassou a cota de 16,4 metros.
    Em situação de Emergência desde o início fevereiro, devido a cheia do rio Juruá, o município de Eirunepé, a 1.159 quilômetros de Manaus, pode ter cerca de 12 mil pessoas afetadas pela cheia do rio, que já ultrapassou a cota de 16,4 metros. | Foto: Divulgação

    Eirunepé (AM) - Em situação de Emergência desde o início fevereiro, devido a cheia do rio Juruá, o município de Eirunepé,  a 1.159 quilômetros de Manaus, pode ter cerca de 12 mil pessoas afetadas pela cheia do rio, que já ultrapassou a cota de 16,4 metros.

    Os maiores impactos estão nos bairros de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, Bairro Santo Antônio, Bairro São José e Bairro Aparecida, todos afetados pela enchente.

    De acordo com o prefeito Raylan Barroso (DEM), pelo menos mil famílias tiveram suas casas invadidas pelas águas. A prefeitura municipal já inicia os estudos para investimento de cerca de R$ 700 mil na construção de pontes e marombas para a elevação dos pisos das residências.

    Com a forte chuva de ontem (8) a enchente alargou ruas, casas, comércios, pontes e trapiches de alguns bairros, a exemplo de 2019, quando a cota atingiu 16,90 centímetros.

    A Coordenação da Defesa Civil e Ações Voluntárias municipal, com apoio da Defesa Civil Estadual, realizam diariamente mapeamento das áreas cheia deste ano, para elaboração do plano de prevenção e ações para os possíveis desastres naturais.

    “Com esses dados, iremos ter as informações de quantos locais serão afetados, famílias e como serão afetados. Assim, elaboraremos um plano de trabalho para diminuir os danos e realizar o trabalho social”, disse o prefeito Raylan Barroso.

    Para reduzir o impacto inicial, além do apoio com as estruturas de madeira e transporte, as equipes da prefeitura têm realizado visitas diárias aos moradores para identificar necessidades. “A população não pode ficar desamparada”, disse o prefeito Raylan Barroso, acrescentando que terá uma reunião com o governador do Amazonas, Wilson Lima, para pedir apoio as famílias afetadas. 

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