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    Saneamento


    Lixo e animais mortos formam o cenário da rua Manaus, na Compensa

    Nas proximidades da rua Manaus, muitas pessoas vivem de frente para um rip-rap, onde os dejetos de toda a comunidade são despejados

    Os moradores disseram ao Portal Em Tempo que pessoas vêm de outras áreas da cidade e depositam lixo na via | Foto: Izaías Godinho

    Manaus - O acúmulo de lixo no meio da rua Manaus, localizada no bairro Compensa, Zona Oeste da capital, tem afetado a mobilidade urbana da população. Os moradores disseram ao Portal Em Tempo que pessoas vêm de outras áreas da cidade e depositam lixo na via. Na ocasião, os denunciantes acrescentam que a situação é a mesma há mais de 14 anos.

    A dona de casa Áurea da Silva afirma que a situação na via piora quando chove. “O caminhão de lixo só passa por volta das 17h e, durante o dia inteiro, precisamos aguentar o mau cheiro. Às vezes fica difícil até de passar na rua”, disse a moradora, acrescentando que já encontrou objetos como fogão e geladeira, além de animais mortos.

    Nas proximidades da rua Manaus muitas pessoas vivem de frente para um rip-rap, onde os dejetos de toda a comunidade são despejados. O vendedor autônomo Elcimar Fontes, que vive no local há 13 anos, com a esposa e quatro filhos, afirmou que em dias de chuva, a casa alaga e se preocupa com a exposição aos mosquitos que podem se desenvolver nas águas sujas.

    “Se alguém pisar dentro desse igarapé, pode contrair doenças. As crianças têm de conviver diariamente com o mau cheiro. Quando chove, vai tudo para o fundo. Precisamos de alguma resposta das autoridades”, concluiu o residente.

    A Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf) afirmou que vai enviar uma equipe técnica a fim de avaliar o melhor serviço para a localidade e vai dar continuidade às ações que informam os moradores sobre os riscos das construções nas margens do igarapé.

    “A situação já é de conhecimento da Seminf, que atua periodicamente na área com serviço de desobstrução das caixas coletoras. Acontece que na margem do igarapé há muitas construções irregulares impossibilitando a entrada de maquinário para desassoreamento”, disse o órgão.

    Confira a matéria completa da Web TV Em Tempo:

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