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    Inclusão


    Prefeitura incentiva valorização da cultura de matrizes africanas

    Foram discutidas diversas temáticas: história da comunidade surda, importância da inclusão, histórico do candomblé, Amazônia negra e a ginga de capoeira

    Manaus - Com a proposta de difundir a cultura dos povos africanos, aconteceu nesta sexta-feira (13),  o 1º Workshop de Cultura dos Povos de Matrizes Africanas e Libras. O evento foi idealizado pela Instituição Tucaba – Tenda de Umbanda Cabocla Braba, no Centro de Convivência da Família Magdalena Arce Daou, no bairro Santo Antônio, zona Centro-Oeste.

    O workshop também buscou garantir direito a inclusão social e o combate à intolerância religiosa. O evento contou com apresentações de tambores, danças típicas, além da demonstração de capoeira e a musicalidade africana. 

    De acordo com a subsecretária de Políticas Afirmativas para as Mulheres e de Direitos Humanos, Socorro Sampaio, a inclusão deve ser efetivada e todas as religiões sem exceção devem ser valorizadas.

    “Nós vivemos em um tempo em que o respeito deve prevalecer, devemos combater a intolerância de todos os tipos, principalmente a religiosa”, destacou.

    Foram discutidas diversas temáticas: história da comunidade surda, importância da inclusão, histórico do candomblé, Amazônia negra e a ginga de capoeira. 

    Para a representante da Instituição Tucaba, Mãe Wanda, o apoio na difusão das religiões de matrizes africanas é de suma importância para combater a intolerância religiosa, além de trabalhar a inclusão das pessoas com deficiência. 

     “A Tucaba é uma casa religiosa que defende o povo que se sente excluído e todos podem participar. Esse é o primeiro de muitos eventos que iremos realizar, para promover ainda mais esse trabalho”, disse a religiosa. 

    O evento reuniu alunos de escolas para pessoas com deficiência auditiva, e contou com tradutores de Libras para propiciar a inclusão dos alunos presentes. 

    “Para mim essa experiência foi muito boa, adquiri conhecimento, gostei de aprender a dançar capoeira. Espero que eventos assim ocorram mais vezes”, relatou por meio do tradutor de Libras, o aluno Rafael Barbosa, de 13 anos. 

    *Com informações da assessoria