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    Manifestação


    Motoristas de transporte escolar pedem ajuda durante pandemia no AM

    Os sindicatos de motoristas de transporte escolar e do turismo realizaram uma carreata, nesta sexta-feira (1º), em forma de protesto e solicitando a ajuda em liberação de crédito

    A manifestação reuniu uns 60 veículos | Foto: Daniel Boechat

    A manifestação reuniu uns 60 veículos
    A manifestação reuniu uns 60 veículos | Foto: Daniel Boechat

    Manaus - Os sindicatos do Turismo e dos Motoristas Escolares realizaram um manifesto em forma de carreata, como pedido de ajuda ao Governo do Amazonas, na manhã desta sexta-feira (1º), feriado do Dia do Trabalhador. A movimentação começou na Avenida do Samba, em direção à Ponta Negra, Zona Oeste da capital.

    Devido à pandemia do coronavírus, os setores foram afetados diretamente. Com instituições fechadas por conta do período de isolamento social, os motoristas do Sindicato das Empresas, Microempresas e Transportadores Autônomos de Transporte Escolar no Amazonas (Sindetesc/AM) estão sem trabalhar, consequentemente sem renda. Eles pedem ajuda para se manter durante o período de crise.

    Motoristas estão sem trabalhar pois as escolas estão fechadas
    Motoristas estão sem trabalhar pois as escolas estão fechadas | Foto: Daniel Boechat

    "Quando os serviços estão parados pelo coronavírus, precisamos de ajuda tanto na compreensão dos pais, quanto na liberação de linhas de crédito. Temos demandas muito grandes de pais de família, com prestação de carros, funcionários para pagar e a manutenção de veículos. Tudo está comprometido", alega Silvânio Carvalho, presidente do Sindetesc.

    Segundo o presidente do sindicato, são mais de 520 veículos registrados no Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU). No local da manifestação, tinham aproximadamente 60 veículos

    Silvânio Carvalho, presidente do Sindetesc
    Silvânio Carvalho, presidente do Sindetesc | Foto: Daniel Boechat

    Vale ressaltar que todos os manifestantes estavam nos respectivos carros e, quando na rua, mantiveram um distanciamento social. "Estamos com 100% da categoria parada, sem poder sair da cidade, nem viajar para o interior do município e precisamos de ajuda. As prestações não param de chegar, temos famílias, a manutenção dos carros. Precisamos de ajuda para nossa classe", afirma Rogério Carneiro, representante do segmento do Turismo.

    Confira a entrevista para a WEB TV EM TEMPO

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