Coronavírus


Amazonas aguarda contratação de médicos enviados por Teich

Os 208 profissionais de saúde enviados ao Amazonas pelo ministro da Saúde, Nelson Teich, não iniciaram trabalho contra a Covid-19 porque ainda não houve a contratação deles

Os médicos e demais profissionais estão aguardando em hotel
Os médicos e demais profissionais estão aguardando em hotel | Foto: Divulgação

Manaus - O Governo do Amazonas aguarda a contratação, por parte do Ministério da Saúde (MS), dos 208 profissionais recrutados pelo Governo Federal e aptos para atuar nas unidades de saúde do estado, em Manaus, no atendimento aos pacientes de Covid-19.

A Secretaria de Estado de Saúde (Susam) encaminhou, na quarta-feira (13), um ofício assinado pela titular da pasta, Simone Papaiz, solicitando as contratualizações ao ministro da Saúde, Nelson Teich.   

A contratação foi anunciada no dia dois de maio, em publicação no endereço eletrônico do MS, onde foi informado que o órgão ministerial também será responsável por oferecer alojamento, alimentação, transporte e seguro saúde. 

Os profissionais, entre médicos, enfermeiros, biomédicos, farmacêuticos e fisioterapeutas, começaram a chegar à Manaus, no dia quatro de maio, em duas turmas. Desde então, passaram por capacitação e testagem rápida e aguardam apenas a formalização do termo contratual pelo ministério para que comecem a atuar nos hospitais da cidade. 

Também no dia quatro de maio, a secretária Simone Papaiz participou de uma reunião, por videoconferência, com o chefe do Departamento de Gestão do Trabalho em Saúde do Ministério da Saúde (MS), Alessandro Anjos, que veio à Manaus acompanhando a primeira turma de profissionais.  

Adriano Anjos explicou, durante o encontro, como funcionariam essas contratações. De acordo com ele, os profissionais receberão remuneração entre R$ 4,8 mil a R$ 19,2 mil, dependendo da especialização e unidades em que vão atuar.  

Na oportunidade, a secretária apresentou o planejamento feito pela Susam para a distribuição desses profissionais. “Pensando em médicos intensivistas, as unidades que hoje precisamos reforçar são o Hospital de Combate à Covid-19, conseguindo assim ampliar o número de leitos de UTI. Também precisamos ter esses profissionais no Hospital e Pronto-Socorro 28 de agosto para a abertura de mais 12 leitos de UTI’’, explicou.

*Com informações da assessoria