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    Caso Miss


    'Fogos de justiça': moradores de Manicoré celebram prisão de Rafael

    Conforme o 4º Batalhão da Polícia Militar (BPM), que atua no município, o ato aconteceu nas proximidades da casa da mãe de Kimberly. Veja o vídeo:

    O suspeito foi capturado em um casebre, dentro de uma área de mata, na cidade de Pacaraima, em Roraima
    O suspeito foi capturado em um casebre, dentro de uma área de mata, na cidade de Pacaraima, em Roraima | Foto: divulgação

    Manicoré - No aniversário de 142 anos de emancipação, o município de Manicoré (a 332 quilômetros de Manaus), a noite desta sexta-feira (15), teve mais um motivo de comemoração: a prisão de Rafael Fernandes, o principal suspeito de matar a mulher eleita a mais bonita da cidade, a modelo Kimberly Mota, que tinha 22 anos

    Com a notícias da prisão de Rafael, na cidade de Pacaraima, no Estado de Roraima, moradores do bairro Mazzarello iluminaram o céu de Manicoré com uma queima de fogos. Conforme o 4º Batalhão da Polícia Militar (BPM) que atua no município, o ato aconteceu nas proximidades da casa da mãe de Kimberly. 

    "São fogos de Justiça", diz uma moradora da cidade, em um vídeo divulgado nas redes sociais, que mostra o momento da rápida celebração.

    Sonhos

    Uma jovem cheia de de sonhos, veio morar na capital em busca de oportunidades. Kimberly era estudante de odontologia e tinha planos de se candidatar mais uma vez no concurso de Miss Amazonas que, em 2019, ela ficou na terceira colocação. 

    Veja vídeo

    "Fogos de Justiça", diz moradora no final do vídeo | Autor: Divulgação
     

    Família 

    Nas redes sociais, a família da vítima se mostrou grata pela resposta da polícia, mas, apesar do alívio, a prisão do suspeito não vai preencher o vazio deixado na vida daqueles que "Kim", como era carinhosamente chamada pelos familiares. 

    Duas tias da modelo fizeram publicações em seus perfis no Facebook e se demostram felizes com a prisão de Rafael. O suspeito foi capturado em um casebre, numa invasão da cidade Pacaraima. 

    A prisão

    Além de Rafael, a polícia prendeu dois venezuelanos, que não tiveram as identidades reveladas. Os imigrantes  estavam na invasão Morro do Quiabo, e ajudaram o suspeito a se esconder das autoridades.