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    Comoção marca velório de menina morta com tiro em Manaus

    Yasmim Vitória, de três anos, foi morta com um tiro de espingarda

    Velório de Yasmim acontece em uma igreja de Manaus
    Velório de Yasmim acontece em uma igreja de Manaus | Foto: Yasmin Feitosa

    Manaus - A comoção entre amigos e familiares foi marcante no velório da pequena Yasmim Vitória Garcia da Rocha, realizado nesta terça-feira (21) em Manaus. A criança, de apenas três anos, morreu após ser atingida por um tiro de espingarda em um sítio na segunda-feira (20). O padrasto da menina está preso. 

    O EM TEMPO acompanhou parte da cerimônia, que aconteceu em uma igreja evangélica no bairro Tarumã, Zona Oeste da capital. A mãe de Yasmim não foi vista no local. Abalado, o pai da vítima preferiu não conversar com a imprensa.  

    Francisco Souza é vizinho da família e afirmou que não conhecia o padrasto de Yasmim. "Todos eram chegados da minha família. Eu não conhecia o padrasto dela, apenas o pai. Ela [Yasmin] estava sempre brincando com meus meninos", disse. 

    Amigos da família informaram à reportagem que o cortejo do corpo deve acontecer nesta quarta-feira (22), e que Yasmim será enterrada no Cemitério Nossa Senhora Aparecida, no bairro Tarumã. 

    O caso

    Yasmim estava sob a guarda da mãe no momento do disparo. Conforme a polícia, a menina foi baleada por volta das 14h30 de segunda-feira (20) e foi levada pela avó materna até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Campos Sales. Posteriormente, a menina foi transferida para o Hospital e Pronto-Socorro da Criança, no bairro Compensa, também na Zona Oeste, onde não resistiu e morreu por volta das 19h. 

    Policiais da 20ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom) foram acionados e se deslocaram até o sítio onde ocorreu o disparo que atingiu a menina. No local, eles apreenderam a arma, mas não encontraram o padrasto da criança. O jovem foi localizado na casa onde mora, na comunidade Jesus Me Deus, Zona Norte da capital, onde ele se entregou.  

    Inicialmente, o suspeito foi levado para a Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca) e, depois, encaminhado à Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), onde o caso deve ser investigado. 

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