Polícia Federal


Presos na 2ª fase da operação Sangria serão levados a presídios no AM

Os ex-servidores e empresários presos pela Polícia Federal, na manhã desta quinta-feira (8), devem passar os próximos cinco dias em unidades prisionais da capital amazonense

Os presos foram alvos de mandados de prisão temporária expedidos pelo Superior Tribunal de Justiça
Os presos foram alvos de mandados de prisão temporária expedidos pelo Superior Tribunal de Justiça | Foto: Arquivo EM TEMPO

Manaus - Os cinco presos na "Operação Sangria", deflagrada pela Polícia Federal (PF) nesta quinta-feira (8), devem passar os próximos cinco dias em unidades prisionais da capital amazonense. A afirmação é do delegado Regional de Investigação e Combate ao Crime Organizado, Henrique Albergaria Silva, responsável pela ação.  

O empresário e médico Luiz Carlos Avelino Junior, marido da ex-secretária de Comunicação do Amazonas, Daniela Assayag; o ex-secretário de Saúde Rodrigo Tobias; a ex-subsecretária de Atenção Básica à Saúde, Dayana Priscila Mejia de Souza; o engenheiro clínico Ronald Gonçalo de Caldas Santos, e o empresário Gutemberg Leão Alencar são investigados por fraudes e superfaturamento em contrato de fornecimento de ventiladores mecânicos hospitalares por empresa comercializadora de vinhos.

Eles foram alvos de mandados de prisão temporária expedidos pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Também foram cumpridos outros nove mandados de busca e apreensão. Um dos locais revistados foi o gabinete do vice-governador Carlos Almeida, na sede do Governo, localizada na avenida Brasil, Zona Oeste de Manaus. 

Conforme o delegado, pela manhã, os presos prestaram depoimento na sede da superintendência e, após finalizar os procedimentos, serão encaminhados para o Instituto Médico Legal (IML) para a realização de exames de corpo de delito.

"Ainda não foi decido as unidades prisionais para onde cada um será direcionado. E, caso for necessário, os investigados poderão ter os mandados de prisão renovados por mais cinco dias, após o primeiro prazo", informou Albergaria.

Ainda segundo o delegado, entre os crimes praticados pelos presos estão participação e organização criminosa, além de peculato. 

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