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Atividades para PCDS retornam em Centros de Convivência

O serviço voltou na segunda-feira (16), nos Centros de Convivência da Família Magdalena Arce Daou

A secretária executiva da Pessoa com Deficiência da Sejusc, Lêda Maia, explicou que o atendimento é feito por agendamento com as pessoas cadastradas no projeto | Foto: Divulgação

Foram retomadas, nesta semana, as atividades do “Sejusc Abraça”, projeto da Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc) para as pessoas com deficiência nos Centros de Convivência da Família. As ações estavam interrompidas desde março, início da pandemia do novo coronavírus (Covid-19). O retorno seguirá todas as medidas de prevenção.

O serviço voltou na segunda-feira (16), nos Centros de Convivência da Família Magdalena Arce Daou, bairro Santo Antônio, zona oeste, e Padre Pedro Vignola, bairro Cidade Nova, zona norte. Nos dois locais, foram oferecidos atendimentos com fisioterapeuta, fonoaudiólogo, circuito-motor de desenvolvimento, além de atividades pedagógicas para crianças com brinquedos e desenho. Ao todo, 400 inscritos participarão das atividades de segunda a sexta-feira.

De acordo com o secretário William Abreu, titular da Sejusc, o projeto seguirá os protocolos de segurança de prevenção contra a Covid-19, como o uso de máscaras, álcool em gel e turmas reduzidas para evitar aglomeração. Ele destaca que a ação acontece em parceria com a Agência Amazonense de Desenvolvimento Econômico e Social (Aadesam).

A secretária executiva da Pessoa com Deficiência da Sejusc, Lêda Maia, explicou que o atendimento é feito por agendamento com as pessoas cadastradas no projeto. Ela reforça a importância do retorno das atividades.

“O retorno desse projeto é muito importante para as famílias de Pessoas com Deficiência. Além de oferecer assistência à família do participante do projeto, o inscrito também passa a ter uma atividade para poder ajudar no seu desenvolvimento físico e intelectual. Era um pedido muito recorrente dos pais e mães de crianças com deficiência que o projeto retornasse, pois essas crianças precisam de atividade e atendimento especial e diferenciado".

*Com informações da assessoria